A infraestruturaIntegridade da infraestrutura
CAM-165
O reservatório de cheias quase transbordando
Um piscinão urbano, enterrado embaixo da praça e aberto em cima, visto da borda. Pelos três tubos do muro da esquerda a água continua entrando e o reservatório está quase cheio: a régua vermelha e branca parafusada no muro do fundo já está com as marcas de baixo submersas. Lá em cima a rua segue com os carros e as jardineiras. O IRIS lê até que altura a água chega nessa régua; quem passa lá em cima ele não sabe e nem olha.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- nível da água
- régua do muro
- tubos de entrada
- folga até a borda
- escada de acesso
O que esta câmera mede
Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.
- 88 %+6 ptNível do reservatório
- 8 / 10Marcas submersas
- 80 %Cota de alerta
- +6 pt / 30 minRitmo de subida
- 4 hSubindo há
- 20:35Hora da leitura
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
A subida da tarde e a cota de alerta
- Nível do reservatório
- Cota de alerta
| Intervalo | Nível do reservatório |
|---|---|
| 16:30 | 10% |
| 17:00 | 14% |
| 17:30 | 21% |
| 18:00 | 33% |
| 18:30 | 46% |
| 19:00 | 58% |
| 19:30 | 70% |
| 20:00 | 82% |
| 20:30 | 88% |
| Cota de alerta | 80% |
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
a água do reservatório sobe acima da marca de alerta da régua e se mantém lá
Então
- avisar a equipe de plantão, com a câmera, a hora e a altura que a régua marca
- guardar o vídeo da última meia hora, para ver em que ritmo subiu
- repetir o aviso enquanto continuar subindo em vez de baixar
A instrução que configurou isso«Me avisa quando a água do reservatório passar da marca de alerta da régua e continuar subindo, mesmo de madrugada e sem ninguém no escritório.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Um piscinão fica vazio e no escuro quase o ano inteiro, e no dia que de fato conta está caindo um temporal e ninguém pode descer para olhar. Hoje o nível se confere indo até lá, e quem vai enxerga um nível, não uma inclinação: volta sabendo quanto tem, não em que velocidade está subindo — que é a única coisa que decide se é hora de ligar para alguém. A câmera já está ali desde que a obra ficou pronta. O que falta não é outra câmera: é alguém olhando para ela exatamente na meia hora em que tem alguma coisa para ver.
O que costumam perguntar
Isso substitui um sensor de nível?
Não. Isso aqui é uma leitura em cima de uma régua que já está no muro: a câmera olha até onde a água chega em relação a marcas que alguém apontou uma vez sobre a imagem. Serve para avisar com folga e para mostrar a inclinação da subida, não para certificar volume. Um sensor submerso mede melhor, e onde tiver sensor a câmera não toma o lugar dele: mostra a cena que o número não mostra e continua avisando quando o sensor está em manutenção ou o dado não chega. Dizer outra coisa seria vender o que a gente não faz.
E de madrugada, com temporal e a água se mexendo?
De madrugada, com temporal e a lâmina se mexendo, é justamente quando esta câmera tem que funcionar, e por isso a regra não dispara com a primeira onda. O que se olha é a altura que se mantém por um tempo, não o instante, e a régua do muro continua sendo a mesma referência com luz ou sem luz. Se a imagem piorar a ponto de não dar para ler a régua, o honesto é falar: aí ele avisa que perdeu a leitura, em vez de inventar um número.
A câmera identifica as pessoas que passam lá em cima?
Não. Esta câmera não identifica ninguém: rosto não é reconhecido, placa não é lida, nada é comparado com base de dados e não fica guardado quem é quem. O que ela olha é uma altura de água contra uma régua. A rua e os carros que aparecem lá em cima são fundo de cena, não são o que está sendo medido, e deles não sai dado nenhum.
Simulação · como o IRIS funciona
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com aquilo.
Isso não é vídeo gravado e não é desenho: é a ferramenta de verdade, resumida, com um caso diferente a cada volta. Ela inteira não cabe num quadrado.
- Quatro câmeras ao mesmo tempo
- Cada uma entende a cena
- Os números sobem sozinhos
Próximo passo
Os hotéis
Quando uma avaliação ruim se decide?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os portos
Quem está olhando um cais inteiro às 3h da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Na parede não muda nada.Na tela muda tudo.
Os mesmos suportes, os mesmos cabos, as mesmas câmeras. A única diferença é que essas imagens passam a ser entendidas enquanto chegam, em vez de esperar alguém abrir.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.