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IRIS NEURALFale com a gente

A infraestruturaIntegridade da infraestrutura

CAM-146

Troncos acumulados contra o vertedouro

A boca do vertedouro vista de cima. Contra as grades dos vãos da direita se formou um balseiro de troncos, galhos e plástico, cruzados uns sobre os outros e encostados no concreto; por baixo ainda sai água branca. O vão do lado está com a grade limpa e a água entra sem tropeço. Na passarela de cima aparecem os mecanismos de içamento das comportas. Não tem ninguém no enquadramento.

A boca do vertedouro vista de cima. Contra as grades dos vãos da direita se formou um balseiro de troncos, galhos e plástico, cruzados uns sobre os outros e encostados no concreto; por baixo ainda sai água branca. O vão do lado está com a grade limpa e a água entra sem tropeço. Na passarela de cima aparecem os mecanismos de içamento das comportas. Não tem ninguém no enquadramento.
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Imagem gerada com IA

CAM-146 · SPILLWAY GATES · DEBRIS BUILDING UP

O que é o IRIS

O IRIS vela pelas infraestruturas críticas por você.

O IRIS observa as câmeras que você já tem na barragem, na estação de água ou na de energia, e entende o que vê: alguém entrando onde não deve, um veículo estranho, um transbordamento, o perímetro. Quando acontece algo assim, avisa na hora; e o que dá pra contar, ele conta em números. O dia todo, sem que ninguém precise ficar de olho na tela.

Você diz o que precisa olhar, e o IRIS faz.

Aqui, por exemplo, o IRIS vê os troncos e galhos se acumulando na grade de um vão do vertedouro enquanto a água continua descendo. O aviso chega na hora, com o vão marcado e o horário, para você decidir se abre outro vão ou manda alguém checar. Ele não tira os troncos nem promete que não entope de novo, só avisa que está entupindo.

Funciona com as câmeras que você já tem. Não precisa trocar nada.

Conta pra gente o que te escapa →

Quem responde é uma pessoa, não um formulário.

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • balseiro de troncos e lixo
  • grade tomada
  • vão livre
  • água que continua saindo
  • mecanismos de içamento

O que esta câmera mede

Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.

  • 46+18Objetos flutuantes contados
  • 2 / 4Vãos com acúmulo
  • 2 h 10 minAcumulando há
  • 0Pessoas à vista
  • hace 3 minÚltima leitura
  • 09:12Hora

Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

objetos flutuantes se acumulam na grade de um vão e continuam ali depois do tempo definido pela operação

Então

  1. avisar quem responde pela operação com a câmera, o vão atingido e o vídeo
  2. avisar de novo se o acúmulo crescer na hora seguinte
  3. registrar a que horas começou, para saber se veio com a cheia ou se já estava ali há dias
A instrução que configurou isso«Me avisa quando juntar madeira ou lixo nas grades do vertedouro e me diz se a pilha continua crescendo.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Terceiro dia de chuva no período das águas e são seis da tarde. A madeira desce junto com a água, chega toda de uma vez e para onde encontra uma grade; dali em diante aquele vão deixa de descarregar e a água procura outro caminho. Hoje quem responde pela operação percebe quando olha para a lâmina, vê que ela não baixa como deveria e tem que mandar alguém subir com o episódio já em cima. Com o IRIS o aviso sai enquanto o balseiro está se formando, com o vão e a hora, e com isso se decide se manobra outro vão, se manda uma equipe ou se espera. O IRIS não retira nada e não promete que vão nenhum vai deixar de entupir: ele avisa que está entupindo.

O que costumam perguntar

Não basta olhar para a vazão que sai?

A vazão só conta que alguma coisa está errada quando já está errada. Um balseiro começa a se formar bem antes de a lâmina denunciar, e essa diferença de tempo é justamente a que serve para decidir alguma coisa. Fora que a vazão não diz onde: diz que está saindo menos do que deveria. A imagem diz qual vão e com o quê. São dois dados diferentes, e o segundo é o que se leva para uma manobra.

Como ele distingue um tronco da espuma ou de um reflexo?

Porque a regra não é sobre um objeto solto: é sobre um acúmulo que fica. A espuma passa, a sombra anda com o sol e um tronco sozinho desce e segue viagem. O que se enxerga aqui é material que chega, encosta na grade e continua ali depois do tempo que a operação definir — e esse tempo é parâmetro dela, não nosso. Mesmo assim é uma leitura em cima da imagem: se a grade não aparece, o IRIS não tem como dizer o que tem atrás, e fala isso em vez de inventar.

O IRIS sabe se tem alguém trabalhando lá embaixo?

Enxerga se tem gente no enquadramento e conta quantas pessoas são, e é só isso. Ninguém é identificado: rosto não é reconhecido, placa não é lida, nada é comparado com base de dados nenhuma e não fica guardado quem é quem. Nesta câmera o número serve para uma coisa só: saber se a instalação está sozinha ou se tem alguém por perto para avisar antes de mexer num vão.

Um caso diferente a cada volta

Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.

Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. Você desenha a linha
  2. Ela conta sozinha
  3. Sai um número
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

A madrugada de hojenão precisa esperar o relatório da manhã.

O IRIS entende na hora e avisa quem está de plantão, com a câmera e a hora. No dia seguinte não tem nada para reconstruir: já está contado.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.