O hospitalDetecção de entrada não autorizada
CAM-125
Roupa de rua dentro de uma área restrita
Um corredor de hospital e a porta dupla de uma área restrita, escancarada, com a luz vermelha acesa em cima e o centro cirúrgico ao fundo. No vão da porta tem uma pessoa de roupa de rua, com a mão na folha, numa porta por onde só se passa de roupa privativa. À direita, dois profissionais conversam no fim do corredor e outro se afasta; em primeiro plano, o balcão da unidade, com alguém trabalhando. O IRIS enxerga que tem alguém atravessando uma porta que neste horário fica fechada. Ele separa roupa de rua de roupa privativa; quem é a pessoa, não sabe.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- pessoa em zona fechada
- porta restrita
- leitora de acesso
- equipe no corredor
- balcão da unidade
O que esta câmera mede
Um aviso diz que está acontecendo algo. A leitura diz quanto.
- 1Pessoas dentro da zona
- 18 sLá dentro há
- 42 sPorta aberta há
- 0Permitidas neste horário
- 3Equipe à vista
- 09:14Hora do aviso
Os números desta tela são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém atravessa uma porta que o hospital marcou como fechada naquela faixa de horário
Então
- avisar o balcão da unidade com a câmera, a porta e o vídeo do momento
- dizer há quanto tempo a porta está aberta, que muitas vezes é o problema de verdade
- deixar o episódio registrado para a segurança do paciente revisar depois
A instrução que configurou isso«Me avisa se alguém entrar pela porta da área restrita sem a roupa privativa, e me fala enquanto a pessoa ainda está no vão da porta, não quando já estiver lá dentro faz tempo.»
O que muda
O que muda para quem toca a operação
Hoje isso se descobre tarde, ou não se descobre. A porta fica aberta porque alguém passou com uma maca, e atrás entra quem não deveria: um acompanhante procurando o parente dele, alguém que errou o corredor. Ninguém faz por mal, e é justamente por isso que ninguém relata. O problema não é de segurança patrimonial: uma área limpa deixa de ser limpa, e uma pessoa acaba onde não pode estar. Com o IRIS o aviso chega ao balcão enquanto essa pessoa ainda está no vão da porta, com a câmera, a porta e o vídeo, e alguém vai lá e acompanha ela para fora. E sobra ainda o outro dado, o que hoje ninguém tem: quanto tempo por dia aquela porta fica aberta.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem entrou?
Não sabe. O IRIS não identifica ninguém: não lê rosto, não sabe quem é paciente e quem é profissional, não guarda ficha de ninguém e não acessa prontuário. Ele separa roupa de rua de roupa privativa, do mesmo jeito que separa quem está de capacete numa obra de quem não está, e acaba aí. O que chega ao balcão é que tem alguém na porta da área restrita, com a câmera e a hora. Quem é essa pessoa descobre quem vai até lá e conversa com ela.
E se quem entra é um profissional sem a roupa privativa?
Aí o aviso dispara do mesmo jeito, e é bom que dispare. O IRIS não acusa ninguém: ele diz que naquela porta tem alguém sem a roupa que aquela porta exige. Pode ser um residente subindo correndo, e em dois segundos o aviso se fecha. Quem escreve a regra é o hospital: quais portas, em que horários e qual roupa conta. E se numa faixa a porta fica liberada para todo mundo, nessa faixa não tem regra nem aviso. Conferir não é punir.
Tem câmera dentro do centro cirúrgico?
Não tem, e não vai ter. Estas câmeras olham área comum: corredor, saguão e porta. Quarto, banheiro e sala de exame ficam fora. O que se enxerga do outro lado desta porta é exatamente o que a porta aberta deixa aparecer do corredor: quando ela fecha, não se enxerga nada. A zona de interesse desenhada aqui termina no vão da porta.
Todas as simulações
A pé no meio das máquinas
Me avisa se alguém entrar a pé por onde uma máquina se movimenta e ficar lá mais de cinco segundos.
- A frase
- Onde ela vale
- O que ela acha
- A mesma regra
Próximo passo
Os portos
Quem está olhando um cais inteiro às 3h da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os bancos
Quem olha as câmeras de uma rede inteira de agências?
13 casos: 12 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Uma tarde inteira na frente da telacabe agora numa frase escrita.
O vídeo não mudou: continua inteiro e no mesmo lugar. O que mudou é que agora dá para perguntar para ele, e a resposta chega com câmera e hora.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.