Saltar para o conteúdo
IRIS NEURALContacte
Voltar a Segurança pública

CAM-565

Quem entrou no depósito, quando, e o que se pode demonstrar

Sala de depósito de objetos. No centro há uma mesa de registo com volumes selados e etiquetados, e uma área marcada no chão à volta. Ao fundo, uma jaula de custódia fechada à chave, com estantes lá dentro. Quatro pessoas trabalham de luvas: uma anota num impresso, outra classifica sobre a mesa, outra move uma caixa num carro e outra entra na jaula. Há um quadro onde se aponta à mão quem toca em cada coisa e um posto com ecrã e impressora de etiquetas. O IRIS não olha para o que há dentro dos volumes nem para quem é cada pessoa: olha para uma porta e uma hora.

Sala de depósito de objetos. No centro há uma mesa de registo com volumes selados e etiquetados, e uma área marcada no chão à volta. Ao fundo, uma jaula de custódia fechada à chave, com estantes lá dentro. Quatro pessoas trabalham de luvas: uma anota num impresso, outra classifica sobre a mesa, outra move uma caixa num carro e outra entra na jaula. Há um quadro onde se aponta à mão quem toca em cada coisa e um posto com ecrã e impressora de etiquetas. O IRIS não olha para o que há dentro dos volumes nem para quem é cada pessoa: olha para uma porta e uma hora.
CAM-565IRIS VisionLive

Ative o IRIS Vision

Imagem gerada com IA

CAM-565 · 1 ROI · 60 s

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • jaula de custódia fechada
  • porta da jaula
  • mesa de registo
  • volumes selados e etiquetados
  • pessoa a trabalhar na mesa
  • pessoa a anotar no impresso
  • pessoa a mover uma caixa
  • porta interior da sala
  • quadro de anotação à mão
  • posto de registo com impressora de etiquetas

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a porta da jaula de custódia fica aberta mais de um minuto

Então

  1. avisa quem responde pela sala, com a hora em que se abriu
  2. guarda o vídeo desde que abriu até voltar a fechar
  3. deixa a sequência ligada ao registo desse dia, para se poder comprovar depois
A instrução que o configurou«Avisa-me se a porta da jaula abrir fora do horário de serviço ou ficar aberta mais de um minuto.»

O que muda

O que muda para quem sai, para quem decide e para quem o justifica depois

Aqui está a frase que sustenta todo este setor: a mesma gravação que serve para vigiar serve para defender. Se daqui a um ano alguém puser em causa o que aconteceu com um volume, a resposta não é a palavra de quem estava de turno contra a palavra de outro: é a sequência com a sua hora, e essa sequência dá razão a quem a tiver. Isso protege sobretudo quem trabalha naquela sala, que é quem mais tem a perder se ninguém puder demonstrar nada. E, de caminho, resolve o aborrecido: quem deixou a jaula aberta numa segunda às sete e meia.

O que costumam perguntar

Isto é para vigiar as pessoas que ali trabalham?

Pode ler-se assim, e por isso convém dizê-lo ao contrário: é sobretudo para os proteger. Quem trabalha numa sala de custódia é a primeira pessoa a quem se pergunta quando algo não bate certo, e até agora não tinha com que responder além da sua palavra. Agora há uma sequência com a sua hora que diz exatamente o que aconteceu. A regra não vigia ninguém: vigia uma porta. E não reconhece caras, por isso não pode dizer quem a abriu; pode dizer que se abriu e quando.

O IRIS vê o que há dentro dos volumes?

Não, e não precisa. Para esta regra um volume é um volume: um objeto que está sobre uma mesa ou dentro de uma jaula, com uma forma e um sítio. O que há dentro é assunto do procedimento, não da câmara. O IRIS vigia a porta, a área marcada do chão e se um objeto sai dela sem passar pelo posto de registo. Nada disso precisa de saber o que contém o selo.

Quanto tempo se guarda essa gravação?

Decide-o quem explora o sistema, não nós, e é uma decisão com regras legais por trás. O que o IRIS traz é que a parte que importa fique marcada: em vez de ter de rever dias inteiros de vídeo, fica um fragmento com a sua hora associado a um facto concreto. Isso torna possível conservar apenas o necessário, porque não é preciso guardar tudo para poder demonstrar alguma coisa.

A interface real, passo a passo

Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.

Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.

  1. Quatro câmaras ao mesmo tempo
  2. Cada uma percebe a cena
  3. Os números sobem sozinhos
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

A regra não decide nada.Apenas se lembra sempre, e avisa quem decide.

Escreve-se uma vez o que há para olhar e cumpre-se igual às três da madrugada e ao meio-dia. O que se faz com o aviso continua a decidi-lo uma pessoa.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.