CAM-182
Botija na linha de triagem
O interior de um pavilhão de triagem. Pela linha desce o fluxo de material — embalagens, latas, plástico — e no meio segue uma botija de gás vermelha, inteira e fechada. Há quatro operários distribuídos ao longo da linha e os contentores de rejeitado por baixo. O IRIS vê uma forma que não devia estar naquele fluxo.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- botija de gás
- fluxo de material
- posto de triagem
- contentores de rejeitado
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 8 sNa linha há
- 1Objetos marcados
- 4Postos ocupados
- 2Postos à frente do objeto
- 2Contentores de rejeitado à vista
- 07:35Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
pela linha passa um objeto cuja forma não encaixa no fluxo de material que se está a triar
Então
- avisar o chefe de linha com a câmara e o fotograma do objeto
- avisar o posto para onde o objeto se dirige, que é quem o vai ter na mão
- guardar o vídeo, para poder rastrear em que descarga entrou
A instrução que o configurou«Avisa-me se pela linha descer algo que não tem a forma do que estamos a triar, como uma botija.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Numa central de triagem, o que chega no camião não foi escolhido por ninguém. De vez em quando aparece uma botija, e uma botija num moinho ou num forno não é uma ocorrência, é um acidente sério. Hoje o único filtro são os olhos de quem está no posto, ao fim de oito horas e com a linha cheia. O IRIS olha para a mesma linha sem se cansar e avisa enquanto o objeto ainda vem a montante, com o fotograma e com o posto que o vai receber. Isso dá ao operário algo que hoje não tem: uns segundos de aviso.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe o que há dentro da botija?
Não, e é importante dizê-lo. O IRIS não analisa nada: não cheira, não mede e não abre nada. O que vê é uma forma que não encaixa no que desce por aquela linha, e isso já é motivo suficiente para parar e olhar. Se está cheia, vazia ou se leva outra coisa dentro decide-o uma pessoa, com o objeto à frente.
E se o objeto estranho for legítimo e passar muitas vezes?
Então ajusta-se a regra. Cada linha tria um fluxo diferente, e o que é estranho numa é o normal noutra. O que se considera fora de sítio define-o a central sobre a sua própria linha, e pode mudar por linha e por turno. Um aviso que dispara com tudo deixa de ser olhado por qualquer um numa semana.
O IRIS identifica os operários da linha?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos e não lê matrículas. Vê que há um posto ocupado e em que ponto da linha está, que é o que é preciso para avisar quem vai receber o objeto. Quem está nesse posto, não sabe nem guarda.
Todas as simulações
Equipamento de emergência tapado
Avisa-me se algo tapar uma saída, um chuveiro de emergência ou um acesso de bombeiros, ou se faltar equipamento.
- A frase
- Onde vale
- O que encontra
- A mesma regra
Passo seguinte
Os transportes públicos
Quem vigia uma estação inteira na hora de ponta?
17 casos: 11 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
O comércio
Quem vê as vendas que não chegam à caixa?
10 casos: 4 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Deixe de recuar seis horas de vídeo.Pergunte o que aconteceu e veja só isso.
Escreve-se por palavras o que procura — uma carrinha branca, uma porta que ficou aberta — e aparecem os momentos em que surge. O que levava uma tarde passa a levar pouco.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.