CAM-118
Uma pessoa no chão do corredor
Um corredor de internamento de madrugada. Um homem está caído no chão, de lado, com um braço esticado à frente. A poucos metros há uma cadeira de rodas vazia encostada à parede e, mais adiante, um carro de pensos parado. A porta do quarto está fechada e não passa ninguém. O IRIS vê que há uma pessoa no chão e há quanto tempo ali está; não sabe quem é nem o que lhe aconteceu.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa no chão
- cadeira de rodas vazia
- carro de pensos
- porta de um quarto
- cadeiras do corredor
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 2 min 10 sno chão há
- 55 súltimo movimento há
- 1pessoas no chão
- 0pessoas por perto
- 0passaram desde a queda
- 03:14hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa fica caída no chão de uma zona comum e ali continua passados os segundos definidos pelo hospital
Então
- avisar o balcão de enfermagem do serviço com a câmara, o corredor e a hora
- abrir o vídeo do momento em que a pessoa caiu, para quem chegar saber o que a câmara viu
- deixar registado quanto tempo demorou até alguém chegar, para o hospital rever
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que estiver alguém no chão de um corredor e ali continuar, mesmo de madrugada e sem ninguém a passar.»
O que muda
O que muda para quem gere o serviço
De madrugada, um corredor pode ficar vinte minutos sem ninguém a passar. O problema não é alguém cair: é o tempo que passa até alguém dar por isso. Hoje isso depende de um profissional sair de um quarto no momento certo ou de outro doente dar o alerta. O IRIS olha para o corredor o tempo todo e avisa o balcão de enfermagem assim que há uma pessoa no chão, com a câmara, o sítio e a hora, e abre o vídeo. Não atende ninguém: quem atende é a equipa. A única coisa que muda é quanto tempo se demora a saber, e num corredor vazio isso é quase tudo.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem é a pessoa que está no chão?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não os compara com nenhuma base de dados, não guarda quem é ninguém e não acede a nenhum processo clínico nem a nenhum sistema do hospital. O que deteta é uma situação — há uma pessoa no chão deste corredor e já ali está há algum tempo — e é isso que chega ao balcão de enfermagem. Quem é e o que lhe aconteceu vê quem chega.
Há câmaras dentro dos quartos?
Não. Estas câmaras olham para zonas comuns: corredores, salas de espera e átrios. Não há câmara em nenhum quarto, em nenhuma casa de banho e em nenhuma sala de exames, nem em nenhum sítio onde se atende ou se observa um doente. Quando a porta se fecha, a câmara fica de fora, e isso não é uma configuração que se mude a meio: é como a zona está montada.
E se alguém se baixar para apanhar alguma coisa do chão?
É por isso que a regra tem tempo lá dentro. Baixar-se, atar um sapato ou sentar-se um momento no chão não é o mesmo que ficar caído, e é o hospital que decide quantos segundos têm de passar antes de o aviso disparar. Esse número é escrito pelo hospital com os seus profissionais, não somos nós, e pode ser diferente num corredor de internamento e num átrio cheio de gente.
Todas as simulações
Equipamento de emergência tapado
Avisa-me se algo tapar uma saída, um chuveiro de emergência ou um acesso de bombeiros, ou se faltar equipamento.
- A frase
- Onde vale
- O que encontra
- A mesma regra
Passo seguinte
A obra
Quem está a olhar quando a carga passa por cima de alguém?
11 casos: 9 avisam quando acontece algo e 2 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
O estabelecimento prisional
Quem está a olhar para o ecrã do pátio quando começa a briga?
17 casos: 16 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Pode perguntar que carrinha entrou ontem.Quem ia lá dentro não se pergunta aqui.
O IRIS procura coisas e situações, não pessoas: não identifica ninguém nem reconhece caras. Escreve o que procura e devolve os minutos que encaixam, com câmara e hora.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.