CAM-492
Uma pessoa no chão que há um minuto não se mexe
Intervalo do jogo, boca de um acesso da bancada superior. Um homem está deitado de costas, imóvel. Dois espectadores ajoelharam-se ao seu lado; outro levanta o braço a pedir ajuda. Uma socorrista desce a rampa com a mala. O IRIS vê o que se pode ver: há uma pessoa no chão, num sítio onde ninguém se deita, e há um minuto que não se mexe. Diz em que acesso está. Não diz o que se passa com ela.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa deitada no chão
- espectadora ajoelhada
- espectador agachado
- socorrista a chegar com a mala
- pessoa a pedir ajuda
- boca do acesso à bancada
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1 min 02 sSem se mexer
- 2Pessoas a socorrer
- 1Socorristas no enquadramento
- 38Pessoas à volta
- 20:51:16O vídeo começa às
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa está há mais de trinta segundos deitada e imóvel numa zona de passagem
Então
- avisa o serviço médico com o acesso, a câmara e a hora
- abre o vídeo em direto dessa câmara no posto de comando
- guarda o vídeo desde um minuto antes da queda
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém estiver há mais de trinta segundos no chão sem se mexer num corredor, numa bancada ou num acesso, e diz-me em que setor está.»
O que muda
O que muda para quem dirige a segurança do recinto
Entre vinte mil pessoas, alguém no chão desaparece. Veem-no duas filas e mais ninguém, e o aviso chega quando alguém com telemóvel encontra o número certo. Com a câmara, o serviço médico recebe o sítio exato, a hora em que a pessoa caiu e a imagem em direto antes de sair. O que se ganha são minutos, e numa paragem cardíaca os minutos são a única coisa que há para ganhar.
O que costumam perguntar
O IRIS diz o que se passa com a pessoa?
Não. O IRIS não diagnostica nada e não o vai fazer. O que vê é que há uma pessoa deitada e imóvel num sítio onde ninguém se deita, e há quanto tempo está assim. Quem decide o que se passa e o que há a fazer é o serviço médico do recinto, que chega mais cedo porque sabe onde ir. A câmara dá o sítio e o minuto exato, não um parecer médico.
E se alguém estiver sentado no chão a descansar?
Sim, pode haver avisos a mais, e diz-se sem rodeios. O IRIS distingue uma postura deitada e imóvel de alguém sentado, mas num corredor cheio há posturas estranhas. Por isso o aviso vai para uma pessoa, com vídeo em direto: verificar leva dez segundos. Um aviso a mais custa dez segundos; um aviso a menos custa muito mais. A regra escreve-a o recinto e pode afiná-la por zonas.
O IRIS reconhece a pessoa caída?
Não. O IRIS não reconhece caras nem as compara com nada, e não guarda a identidade de ninguém. Para o que faz aqui também não precisa: a identidade não muda o que há a fazer com alguém que há um minuto não se mexe num corredor. O que entrega é um sítio, um minuto e uma imagem em direto. Quem é essa pessoa descobre-o, se for preciso, quem a socorre.
Outras câmaras
- CAM-480 · A fila diz a que horas é preciso abrir as portas
- CAM-481 · Um torniquete parado enquanto o do lado entope
- CAM-482 · Chegam vinte e quatro por minuto e o controlo despacha nove
- CAM-483 · Mais gente por metro que há três minutos, e já não avança
- CAM-484 · A rampa vai cheia e o corredor ao lado está vazio
- CAM-485 · Vinte mil pessoas saem ao mesmo tempo e todas pela mesma porta
Um caso diferente em cada volta
Não o contamos. Mostramo-lo.
É um resumo do ecrã real: avança sozinho, passo a passo, e mostra apenas o percurso de um caso. A ferramenta a sério tem muitas mais funções do que cabem aqui.
- Desenha a linha
- Conta-se sozinho
- Sai um número
Passo seguinte
As infraestruturas
Quem está a olhar para uma instalação onde quase nunca está ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
A indústria
Porque é que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
E o melhor
Na parede não muda nada.No ecrã muda tudo.
Os mesmos suportes, os mesmos cabos, as mesmas câmaras. A única diferença é que essas imagens passam a compreender-se enquanto entram, em vez de esperar que alguém as abra.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.