A operação urbanaDetecção de entrada não autorizada
CAM-570
Um barco parado onde não tem fundeadouro, e fica lá
Enseada aberta ao meio-dia, vista de um mirante. Em primeiro plano está a câmera de vigilância costeira no poste dela, e duas pessoas de serviço: uma olha com binóculo e a outra confere a imagem num console de campo. No meio da enseada tem um barco aberto parado, adernado, com a borda quase na linha d’água e um círculo de espuma em volta: faz um tempo que ele roda sem avançar. Mais longe navegam um iate, uma embarcação de pesca e um veleiro, todos em rota. O IRIS não diz quem está naquele barco nem de onde ele vem: diz que tem uma embarcação que parou de avançar dentro da enseada e faz quanto tempo ela está assim.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- barco parado na enseada
- círculo de espuma em volta
- câmera de vigilância costeira
- pessoa olhando com binóculo
- pessoa conferindo a imagem
- console de campo
- iate em rota mais longe
- embarcação de pesca em rota
- veleiro ao fundo
- ponta que fecha a enseada
- laje de pedra visível pela transparência
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma embarcação para de avançar dentro da enseada por mais de quatro minutos
Duranteestá fora de uma área de fundeio
Então
- avisa o serviço de salvamento com a posição dentro da enseada
- aproxima a câmera da embarcação e guarda o vídeo desde a hora em que ela parou
- mantém o aviso aberto até alguém confirmar que ela foi atendida
A instrução que configurou isso«Me avisa se uma embarcação parar de avançar dentro da enseada por mais de quatro minutos.»
O que muda
O que muda para quem vai até lá, para quem decide e para quem justifica depois
Duas da tarde de um sábado de janeiro. A vigilante costeira baixa o binóculo: o barco no meio da enseada faz meia hora que roda sem avançar, e a borda está quase na linha d’água. Uma embarcação pequena que para onde não tem fundeadouro costuma ser pane, e às vezes é alguém passando mal. O que falta ali não é segurança, é assistência: alguém ir. O aviso leva a posição dentro da enseada e o tempo que ela está parada, e com isso o salvamento sai já sabendo para onde ir, em vez de esperar alguém ligar. Quatro minutos parada não querem dizer nada; trinta, com a borda na linha d’água, querem.
O que costumam perguntar
Isso serve para controlar quem entra na enseada?
Não. A regra não dispara porque alguém entra: dispara porque alguém para de avançar. É uma regra de assistência, e ela está escrita assim. Um barco que para no meio de uma enseada sem fundeadouro costuma ser motor que falhou, e o que falta ali é alguém ir, não alguém perguntar. O IRIS não sabe quem está a bordo, não reconhece ninguém e não vai saber: o que ele traz é uma posição e um relógio.
E se o barco só parou para um mergulho?
Quase sempre é isso mesmo, e o aviso foi escrito contando com isso. Por isso ele vai com o vídeo e por isso o limite é em minutos e não em segundos: quem recebe olha a imagem, vê gente na água e fecha. Essa conferência custa segundos. E é para isso que serve um alerta que não acusa ninguém: para dar para fechar sem ninguém sair prejudicado por ele ter sido aberto.
O IRIS pode avisar de uma pessoa na água?
É um caso que depende muito do enquadramento e da distância, e por isso a gente não promete como se fosse igual em todo lugar. Uma pessoa na água a cinquenta metros de uma câmera bem posta é um objeto que dá para enxergar; a quinhentos, não. O honesto é falar assim: se testa em cada lugar antes de escrever a regra, e se naquele enquadramento não se sustenta, não se põe. Prometer o que não se enxerga naquela câmera é exatamente o que a gente não faz.
Outras câmeras
- CAM-560 · O portão bloqueado há oito minutos por um veículo parado
- CAM-561 · Quanta gente está dentro da área neste momento
- CAM-562 · Dois carros na faixa que está com o X vermelho
- CAM-563 · Trinta e quatro minutos de espera e três pistas abertas
- CAM-564 · Algo passa por cima do muro e larga um volume lá dentro
- CAM-565 · Quem entrou no depósito, quando, e o que dá para provar
Veja com os seus olhos
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Você monta a regra
- Ela vale nas câmeras
- Publicada, ela vigia sozinha
- E então ela dispara
Próximo passo
A escola
Quem vê a criança que caiu na outra ponta do pátio?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
A infraestrutura
Quem está olhando uma instalação onde quase nunca tem ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
O disco enche sozinho.As perguntas continuam sem resposta.
Guardar imagem é fácil e sai caro. O que faltava era alguém olhando. O IRIS olha tudo o que você grava e te mostra só o que merece uma conferida.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.