A operação urbanaDetecção de entrada não autorizada
CAM-570
Um barco parado onde não tem fundeadouro, e fica lá
Enseada aberta ao meio-dia, vista de um mirante. Em primeiro plano está a câmera de vigilância costeira no poste dela, e duas pessoas de serviço: uma olha com binóculo e a outra confere a imagem num console de campo. No meio da enseada tem um barco aberto parado, adernado, com a borda quase na linha d’água e um círculo de espuma em volta: faz um tempo que ele roda sem avançar. Mais longe navegam um iate, uma embarcação de pesca e um veleiro, todos em rota. O IRIS não diz quem está naquele barco nem de onde ele vem: diz que tem uma embarcação que parou de avançar dentro da enseada e faz quanto tempo ela está assim.

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Imagem gerada com IA
O que é o IRIS
O IRIS cuida da cidade por você.
O IRIS é uma inteligência artificial que usa as câmeras que você já tem na sala de controle e entende o que está acontecendo nas ruas e nos espaços públicos. Quando acontece um incidente ou algo que você queira acompanhar, ele te avisa na hora, em vez de alguém ter que olhar cem telas ao mesmo tempo; e o que dá para contar, ele conta em números. O dia todo.
Você diz o que precisa olhar, e o IRIS faz.
Aqui, por exemplo, o IRIS percebe que um barco tá há um tempo dando voltas sem avançar dentro da baía. Ele avisa com a posição certinha e há quanto tempo isso tá acontecendo. Com esse aviso você decide se manda alguém verificar antes que seja tarde.
Funciona com as câmeras que você já tem. Não precisa trocar nada.
Conta pra gente o que te escapa →
Quem responde é uma pessoa, não um formulário.
- As imagens não saem das suas instalações.
- Não identifica pessoas.
- Certificações →
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- barco parado na enseada
- círculo de espuma em volta
- câmera de vigilância costeira
- pessoa olhando com binóculo
- pessoa conferindo a imagem
- console de campo
- iate em rota mais longe
- embarcação de pesca em rota
- veleiro ao fundo
- ponta que fecha a enseada
- laje de pedra visível pela transparência
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma embarcação para de avançar dentro da enseada por mais de quatro minutos
Duranteestá fora de uma área de fundeio
Então
- avisa o serviço de salvamento com a posição dentro da enseada
- aproxima a câmera da embarcação e guarda o vídeo desde a hora em que ela parou
- mantém o aviso aberto até alguém confirmar que ela foi atendida
A instrução que configurou isso«Me avisa se uma embarcação parar de avançar dentro da enseada por mais de quatro minutos.»
O que muda
O que muda para quem vai até lá, para quem decide e para quem justifica depois
Duas da tarde de um sábado de janeiro. A vigilante costeira baixa o binóculo: o barco no meio da enseada faz meia hora que roda sem avançar, e a borda está quase na linha d’água. Uma embarcação pequena que para onde não tem fundeadouro costuma ser pane, e às vezes é alguém passando mal. O que falta ali não é segurança, é assistência: alguém ir. O aviso leva a posição dentro da enseada e o tempo que ela está parada, e com isso o salvamento sai já sabendo para onde ir, em vez de esperar alguém ligar. Quatro minutos parada não querem dizer nada; trinta, com a borda na linha d’água, querem.
O que costumam perguntar
Isso serve para controlar quem entra na enseada?
Não. A regra não dispara porque alguém entra: dispara porque alguém para de avançar. É uma regra de assistência, e ela está escrita assim. Um barco que para no meio de uma enseada sem fundeadouro costuma ser motor que falhou, e o que falta ali é alguém ir, não alguém perguntar. O IRIS não sabe quem está a bordo, não reconhece ninguém e não vai saber: o que ele traz é uma posição e um relógio.
E se o barco só parou para um mergulho?
Quase sempre é isso mesmo, e o aviso foi escrito contando com isso. Por isso ele vai com o vídeo e por isso o limite é em minutos e não em segundos: quem recebe olha a imagem, vê gente na água e fecha. Essa conferência custa segundos. E é para isso que serve um alerta que não acusa ninguém: para dar para fechar sem ninguém sair prejudicado por ele ter sido aberto.
O IRIS pode avisar de uma pessoa na água?
É um caso que depende muito do enquadramento e da distância, e por isso a gente não promete como se fosse igual em todo lugar. Uma pessoa na água a cinquenta metros de uma câmera bem posta é um objeto que dá para enxergar; a quinhentos, não. O honesto é falar assim: se testa em cada lugar antes de escrever a regra, e se naquele enquadramento não se sustenta, não se põe. Prometer o que não se enxerga naquela câmera é exatamente o que a gente não faz.
Outras câmeras
- CAM-560 · O portão bloqueado há oito minutos por um veículo parado
- CAM-561 · Quanta gente está dentro da área neste momento
- CAM-562 · Dois carros na faixa que está com o X vermelho
- CAM-563 · Trinta e quatro minutos de espera e três pistas abertas
- CAM-564 · Algo passa por cima do muro e larga um volume lá dentro
- CAM-565 · Quem entrou no depósito, quando, e o que dá para provar
Veja com os seus olhos
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Você monta a regra
- Ela vale nas câmeras
- Publicada, ela vigia sozinha
- E então ela dispara
Próximo passo
A escola
Quem vê a criança que caiu na outra ponta do pátio?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
A infraestrutura
Quem está olhando uma instalação onde quase nunca tem ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
O disco enche sozinho.As perguntas continuam sem resposta.
Guardar imagem é fácil e sai caro. O que faltava era alguém olhando. O IRIS olha tudo o que você grava e te mostra só o que merece uma conferida.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.