A unidade fechadaAnálise de mobilidade
CAM-115
O painel de ferramentas lá da oficina
Uma oficina no meio da manhã. Na parede, um quadro com as ferramentas todas penduradas no seu lugar: chaves fixas por tamanho, chaves de fenda, alicates, martelos, limas, um serrote e um nível. Embaixo corre uma bancada de gavetas etiquetadas. Um funcionário, de costas, confere o quadro com a folha na mão, e três pessoas trabalham nas bancadas de madeira. Nesta imagem estão todas as ferramentas: não falta nenhuma, então não tem nada para atender e o ponto sai em dourado.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que é o IRIS
O IRIS não tira os olhos do presídio.
O IRIS observa as câmeras que você já tem no presídio e entende o que vê: uma briga, uma barricada, gente amontoada num pátio ou numa galeria. Quando acontece algo assim, avisa na hora; e o que dá pra contar, ele conta em números. O dia todo, sem que ninguém precise ficar olhando pra tela.
Você diz o que precisa olhar, e o IRIS faz.
Nesse caso, o IRIS fica de olho no painel de ferramentas da oficina e sabe se está tudo no lugar. Se falta alguma, ele mostra qual é o espaço vazio e desde quando, aí o vídeo já abre naquele ponto em vez de precisar rever tudo. Quando está tudo completo, como nessa imagem, ele não manda nenhum alerta.
Funciona com as câmeras que você já tem. Não precisa trocar nada.
Conta pra gente o que te escapa →
Quem responde é uma pessoa, não um formulário.
- As imagens não saem das suas instalações.
- Não identifica pessoas.
- Certificações →
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- quadro completo
- gavetas etiquetadas
- funcionário conferindo o quadro
- pessoa trabalhando na bancada
- procedimento de contagem
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
na hora de fechar a oficina falta uma ferramenta no quadro, ou um lugar está vazio há mais tempo do que a unidade definiu
Então
- avisar o funcionário da oficina com a câmera, o lugar vazio e a hora
- abrir o vídeo no instante em que esse lugar ficou sem a ferramenta
- registrar a contagem do fechamento, completa ou não
A instrução que configurou isso«Me diz se na hora de fechar a oficina estiver faltando alguma ferramenta do quadro, e me diz qual é o lugar vazio e desde que hora ele está assim.»
O que muda
O que muda para quem responde pela unidade
Numa oficina de uma unidade, uma ferramenta que falta no fechamento é problema sério, e hoje isso se resolve contando uma por uma na mão, todo dia, com a oficina ainda cheia e o turno acabando. A câmera olha o quadro e sabe se estão todas. Se faltar uma, ela diz qual é o lugar vazio e desde que instante ele ficou assim, então o vídeo abre bem ali em vez de ser revisto de ponta a ponta. Ela não substitui a contagem da oficina: acompanha e, principalmente, adianta, porque o lugar vazio aparece na hora em que aparece, não duas horas depois. E quando está tudo no lugar, que é o normal, ela não diz nada: o quadro completo é o estado bom, e é exatamente isso que esta imagem mostra.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem pegou a ferramenta?
Não. O IRIS não identifica ninguém: rosto ele não reconhece, comparação com banco de dados ele não faz e quem é ninguém ele não guarda. O que ele vê é o quadro: um lugar que estava ocupado e agora está vazio, e a hora em que ficou assim. Com isso o vídeo abre no minuto exato, e quem assiste e decide o que fazer é uma pessoa da unidade, não a câmera. Classificar e prever ele também não faz: não diz quem poderia ter levado a ferramenta.
Precisa colocar etiqueta ou chip em cada ferramenta?
Não precisa. A câmera olha o quadro do jeito que ele já está: cada ferramenta tem o lugar dela e a silhueta dela, e é justamente isso que faz dar para ver de longe se está faltando alguma. Essa ordem a oficina já tem; o que se acrescenta é uma câmera olhando o tempo todo, em vez de uma pessoa conferindo duas vezes por dia. Se o quadro mudar, se entrar uma ferramenta nova ou uma fileira for reorganizada, se fixa a referência de novo e pronto.
E as ferramentas que não estão no quadro, as das gavetas?
A câmera só responde pelo que ela enxerga. O quadro está à vista e por isso se confere num relance; o que está dentro de uma gaveta fechada ela não vê, não conta, e dizer o contrário seria prometer uma coisa que a gente não faz. Se a unidade quiser que essas também entrem na conta, o jeito é elas estarem dentro do enquadramento na hora da contagem: uma bandeja aberta em cima da bancada se conta tão bem quanto o quadro.
Simulação · como o IRIS funciona
A cada volta, um caso novo. Sempre a mesma tela.
Ele roda sozinho e mostra um caso do começo ao fim. É um resumo: a tela de verdade tem muito mais função do que cabe neste quadrado.
- Você monta a regra
- Ela vale nas câmeras
- Publicada, ela vigia sozinha
- E então ela dispara
Próximo passo
Os hotéis
Quando uma avaliação ruim se decide?
15 casos: 11 avisam quando acontece alguma coisa e 4 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
Os portos
Quem está olhando um cais inteiro às 3h da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece alguma coisa e um só mede. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
Uma tarde inteira na frente da telacabe agora numa frase escrita.
O vídeo não mudou: continua inteiro e no mesmo lugar. O que mudou é que agora dá para perguntar para ele, e a resposta chega com câmera e hora.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.