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IRIS NEURALFale com a gente

Segurança e investigação

Uma van branca em quinhentas horas de vídeo

  1. A cena

    Segunda de manhã. No fim de semana sumiu material da área de carga. O responsável de segurança tem uma descrição e pouco mais: uma van branca de entrega que entrou em algum momento entre sexta à tarde e domingo à noite. Tem quinze câmeras cobrindo aqueles acessos. Juntas dão umas quinhentas horas de gravação.

  2. Onde quebra

    A única forma de achar é alguém olhando. Tiram dois operadores da vigilância ativa e botam eles para passar vídeo em avanço rápido, câmera por câmera e hora por hora. Depois de duas horas vendo imagem acelerada, qualquer pessoa começa a pular coisa. E enquanto os dois estão ali, a instalação fica com dois olhos a menos.

  3. O que acontece

    No meio da tarde a van aparece: entrou no sábado às 04:12. Custou um dia inteiro de trabalho de duas pessoas qualificadas. E deu sorte, porque ninguém sabia ao certo se ela estava ali. Se a descrição fosse outra, era começar tudo de novo.

  4. Com o IRIS

    O IRIS não guarda só o vídeo: guarda o que entendeu dentro dele. Por isso o responsável escreve o que procura com as palavras dele — van branca na área de carga, de sexta a domingo — e recebe os momentos que batem, cada um com a câmera e a hora. Não tem barra de tempo para arrastar nem hora para aguentar. A pessoa continua decidindo qual daqueles momentos é o certo; o que some é o dia inteiro vendo os que não eram.

Pare de procurar o minuto. Procure o que aconteceu.

E o melhor

Se você tem uma câmera,já tem um vigia. Se tem quatro mil, tem quatro mil vigias.

Nenhum cansa, nenhum olha para o lado e nenhum faz turno. E ninguém precisa instalar nada: as câmeras que você já tem podem começar a entender o que veem.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.