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O estado das câmeras

CAM-912

Gotas paradas no vidro

A mesma rua, de noite e na chuva. Dá para ver as vitrines acesas, um poste de ferro fundido, alguém atravessando de guarda-chuva e um carro escuro estacionado em primeiro plano. Na frente de tudo isso, grudadas no vidro do domo, tem dezenas de gotas gordas e vários fios de água escorrendo. As gotas estão em foco e a rua não: cada uma funciona como uma lente e transforma as luzes do fundo em discos brilhantes. Essa imagem, do jeito que está, não é defeito: está chovendo, e é assim que uma câmera enxerga na chuva. O defeito é a mesma imagem na manhã seguinte, com o céu limpo. O IRIS enxerga que tem água em cima da lente e quanto de enquadramento ela tira; o que decide se aquilo é normal é há quanto tempo a água está ali.

A mesma rua, de noite e na chuva. Dá para ver as vitrines acesas, um poste de ferro fundido, alguém atravessando de guarda-chuva e um carro escuro estacionado em primeiro plano. Na frente de tudo isso, grudadas no vidro do domo, tem dezenas de gotas gordas e vários fios de água escorrendo. As gotas estão em foco e a rua não: cada uma funciona como uma lente e transforma as luzes do fundo em discos brilhantes. Essa imagem, do jeito que está, não é defeito: está chovendo, e é assim que uma câmera enxerga na chuva. O defeito é a mesma imagem na manhã seguinte, com o céu limpo. O IRIS enxerga que tem água em cima da lente e quanto de enquadramento ela tira; o que decide se aquilo é normal é há quanto tempo a água está ali.
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Imagem gerada com IA

CAM-912 · OPTICA · AGUA PERSISTENTE

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • água em cima da lente

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

continua tendo água em cima da lente passado o tempo definido desde que parou de chover

Então

  1. avisar a manutenção com a câmera, o horário e o vídeo da noite inteira
  2. deixar registrado quantas vezes aconteceu nessa mesma câmera neste mês
  3. juntar numa saída só todas as câmeras da zona com o mesmo problema
A instrução que configurou isso«Me avisa se uma câmera continuar com gota em cima depois de parar de chover, e me diz desde quando ela está assim.»

O que muda

O que muda para quem responde pelas câmeras enxergarem

A chuva vai embora. A água, às vezes, não. Um domo com a borracha gasta, com o tratamento do vidro já no fim ou instalado bem embaixo de uma calha fica com gota em cima horas depois de a chuva passar, e volta a ficar toda vez que chove. De dia, com sol, aquela câmera parece perfeita, então ninguém encosta nela. Na noite em que faz falta o vídeo daquela esquina, o que tem é uma mancha de luzes. Com o IRIS o aviso chega quando a água continua lá passado o tempo que você definir desde que parou de chover, com a câmera e o horário. O conserto costuma ser um domo novo ou um pano. O caro não é consertar: o caro é não saber.

O que costumam perguntar

Vai me avisar toda vez que chover?

Não. Chover não é defeito, e uma câmera com gota enquanto a água cai está fazendo o trabalho dela. O relógio dessa regra não começa quando começa a chover: começa quando para de chover. Daí em diante se conta o tempo que você tiver decidido, e só se a água continuar em cima no fim desse tempo é que o aviso sai. Se a chuva passar e a lente secar sozinha, ninguém fica sabendo de nada, que é exatamente como tem que ser.

Não é mais simples limpar todas as câmeras de seis em seis meses?

Dá, e é o que se faz hoje. O problema é que o calendário trata do mesmo jeito câmeras que não se parecem em nada. Um domo embaixo de um beiral pode aguentar dois anos; outro embaixo de uma calha escorre a cada temporal e não chega a um mês. Uma limpeza geral gasta horas em câmeras que estavam boas e chega tarde nas três que não estavam. O que muda com o IRIS é quem decide a rota: quem marca são as câmeras que precisam dela, e não o calendário.

As gotas fazem a câmera detectar coisas que não existem?

Podem. Uma gota que escorrega pelo vidro se mexe, e de noite cada gota transforma uma luz distante num disco brilhante que aparece e some. Isso gera detecção que não é nada, e um operador que vê a mesma coisa três noites seguidas para de confiar naquela câmera. Por isso o IRIS não fica só mandando as detecções: também diz que aquela câmera está com água em cima. Aí dá para entender por que ela está agitada nesta noite, e se corrige o motivo em vez de aguentar o sintoma.

Veja com os seus olhos

Isso não é vídeo. É um pedaço da tela de verdade.

Um resumo da interface real, rodando sem mão nenhuma. Você vê o caminho de um caso do começo ao fim; o que você não vê são as outras telas, que são muitas.

  1. A hora, numa grade
  2. Você olha onde está escuro
  3. Você pula para aquele minuto
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Às 23h sai o último.As câmeras ficam, e agora entendem o que está acontecendo.

Ninguém desliga nada ao sair. O que acontece com o prédio vazio é entendido naquele momento, e ninguém precisa esperar alguém abrir a porta para ficar sabendo.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.