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O estado das câmeras

CAM-914

Insetos por dentro do domo

Uma praça à noite, vista do poste da esquina. Embaixo tem mesas na calçada cheias, gente sentada, as vitrines acesas e, à direita, a pista com carros, uma moto e a faixa de pedestres. E na frente de tudo isso, grudados no domo, tem quatro ou cinco insetos grandes. Estão tão perto do vidro que nunca chegam a focar: aparecem como sombras de asa aberta ocupando a borda esquerda, o meio de baixo e o canto direito. Metade das mesas fica atrás deles. O IRIS enxerga corpos grudados no domo, sempre no mesmo ponto, que não se mexem junto com a cena. Não sabe que inseto é nem se amanhã ele ainda vai estar ali.

Uma praça à noite, vista do poste da esquina. Embaixo tem mesas na calçada cheias, gente sentada, as vitrines acesas e, à direita, a pista com carros, uma moto e a faixa de pedestres. E na frente de tudo isso, grudados no domo, tem quatro ou cinco insetos grandes. Estão tão perto do vidro que nunca chegam a focar: aparecem como sombras de asa aberta ocupando a borda esquerda, o meio de baixo e o canto direito. Metade das mesas fica atrás deles. O IRIS enxerga corpos grudados no domo, sempre no mesmo ponto, que não se mexem junto com a cena. Não sabe que inseto é nem se amanhã ele ainda vai estar ali.
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Imagem gerada com IA

CAM-914 · DOMO · CUERPOS ADHERIDOS

O que o IRIS entende

O que ele reconhece nesta cena

  • corpos no domo

A regra

Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

tem corpos grudados no domo cobrindo parte do enquadramento e eles continuam no mesmo lugar passado o tempo definido pela manutenção

Então

  1. avisar a manutenção com a câmera, o horário e o vídeo de como a imagem ficou
  2. marcar a câmera como imagem degradada enquanto o domo seguir tapado
  3. registrar quantas noites seguidas aconteceu, para saber se é a noite ou se é o lugar
A instrução que configurou isso«Me avisa se tiver algo grudado no vidro de uma câmera cobrindo parte do enquadramento e que ainda esteja lá na noite seguinte.»

O que muda

O que muda para quem responde pelas câmeras enxergarem

Os insetos vêm atrás da luz infravermelha, e a luz infravermelha está na câmera. É por isso que eles pousam bem ali e é por isso que voltam toda noite de verão. O problema não é o inseto: é que a gravação daquela noite não serve. Se às três da manhã acontecer alguma coisa nas mesas da calçada, o vídeo existe, mas metade do enquadramento é uma sombra com asa. E ninguém percebe até precisar desse vídeo, que é o pior momento possível. Com o IRIS alguém fica sabendo naquela mesma noite, com a câmera, o horário e a imagem. Às vezes se resolve mudando o refletor de lugar; outras, com um pano. As duas coisas são baratas quando são feitas antes.

O que costumam perguntar

Vai me avisar toda noite de verão, quando os insetos grudam na luz?

Só se você quiser. A regra é sua: dá para pedir o aviso só quando a zona tapada continuar lá depois de amanhecer, ou só quando se repetir várias noites seguidas. Um inseto que pousa um tempo e vai embora não é defeito. Um que aparece toda noite no mesmo ponto já é informação: quer dizer que é preciso desligar ou mudar de lugar o refletor infravermelho. O IRIS separa as duas coisas porque mede quanto dura e quantas vezes volta.

Como ele separa um inseto no vidro de alguma coisa que acontece na rua?

Pela distância e pelo movimento. O que está grudado no domo fica borrado, sempre no mesmo ponto do enquadramento, e não se desloca junto com a cena. Uma pessoa ou um carro estão em foco, se movem e somem. O IRIS olha a imagem inteira e vê que tem uma zona que faz tempo que não muda enquanto todo o resto muda. Por isso a caixa não circunda um inseto: circunda a parte do enquadramento que parou de servir.

Então tem que subir para limpar a câmera toda manhã?

Quase nunca. A maior parte desses casos se resolve de uma vez só: afasta o refletor infravermelho do domo ou muda ele de lugar, e o problema para de se repetir. O que o IRIS faz é dar a informação para decidir: que câmeras ficam tapadas, em que meses e quantas noites seguidas. Sem isso, a limpeza vai por calendário e no fim se limpa a que não precisava enquanto a que está tapada continua igual.

A interface real, passo a passo

A cada volta, um caso novo. Sempre a mesma tela.

Ele roda sozinho e mostra um caso do começo ao fim. É um resumo: a tela de verdade tem muito mais função do que cabe neste quadrado.

  1. Olha o sistema inteiro
  2. Marca o que falha
  3. Bota tudo numa tela
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Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
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E o melhor

O que acontece fora do enquadramentonão existe para o IRIS. Câmera nenhuma vê o mundo inteiro.

Por isso a primeira coisa é olhar o que cada câmera cobre e deixar isso por escrito: daqui se entende isto, e aquilo não. É um tempo chato que poupa muito mal-entendido.

Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.

A gente responde no mesmo dia útil.