CAM-901
Saiu do lugar e não olha mais para a porta
Um cruzamento do centro visto de uma câmera instalada num poste, no meio da tarde. A cena de sempre continua ali — a faixa de pedestres, as mesas do toldo azul, os carros esperando, as pessoas atravessando —, só que empurrada para a direita do enquadramento. Quase toda a metade esquerda agora é a fachada do prédio vizinho, com a janela de veneziana verde a dois metros da lente. Ninguém mexeu no foco: a parede aparece nítida. O que mudou foi para onde a câmera aponta. O IRIS compara este enquadramento com o que ficou guardado como bom e vê que os dois não batem mais. Se foi uma pancada, o vento ou uma mão, ele não sabe.

Ligue o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- enquadramento fora do lugar
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
o enquadramento de uma câmera não bate mais com o que ficou guardado como bom
Então
- avisar a manutenção com a câmera, o horário e o vídeo do momento em que mudou
- mostrar a imagem guardada e a de agora, lado a lado
- deixar a câmera marcada como fora do lugar até uma pessoa confirmar o enquadramento
A instrução que configurou isso«Me avisa se o enquadramento de uma câmera deixar de ser o de sempre, e me mostra a imagem boa do lado da de agora.»
O que muda
O que muda para quem responde pelas câmeras enxergarem
Uma câmera que saiu do lugar não chama atenção, e é aí que está o problema. No mosaico da sala continua tendo rua, carro e cor: a miniatura parece saudável. O inventário diz “operacional”, o disco grava e ninguém vai olhar. Pode ficar assim um mês. O custo chega no dia em que alguém pede o vídeo de uma queda naquela faixa de pedestres e no arquivo tem trinta dias de uma parede com uma veneziana verde. Com o IRIS o aviso sai no mesmo dia em que ela saiu do lugar, com a imagem guardada e a de agora lado a lado, e quem sobe com a escada já sabe quanto precisa corrigir. Não evita a pancada; evita o mês.
O que costumam perguntar
Isso não vai disparar toda vez que der vento ou passar um caminhão?
Não, porque tremer e sair do lugar não são a mesma coisa. Uma rajada de vento ou um caminhão fazem a imagem vibrar e voltar ao lugar; o enquadramento depois é o mesmo de antes. Aqui a imagem é comparada quando já está parada, e só tem aviso se ela ficou em outro lugar. Fora isso, dá para pedir que ele espere alguns minutos antes de avisar. O tremor tem a ficha dele e o aviso dele, porque um suporte que vibra também acaba dando problema.
E se foi o próprio instalador que mexeu, de propósito?
Então o aviso continua certo, e fechar ele custa meio minuto: quem está de sobreaviso abre o vídeo, vê que tinha alguém trabalhando no poste e dá o novo enquadramento por bom. Daí em diante a referência passa a ser essa e o aviso não volta. O IRIS não diz se um movimento estava autorizado nem quem fez: diz que a câmera não olha mais para onde olhava. Quem e por quê, quem decide é sempre uma pessoa vendo o vídeo.
Funciona numa câmera motorizada, que se mexe o tempo todo?
Funciona, mas a comparação é posição por posição. Uma câmera com posições fixas guardadas tem uma imagem de referência para cada uma, e sempre que ela volta a uma posição se compara com a dela. Se ela faz um percurso contínuo, se comparam os pontos do percurso. O que nunca se faz é comparar uma câmera motorizada com uma foto só: isso avisaria o tempo todo e o aviso pararia de servir para alguma coisa.
Demonstração · IRIS funcionando
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- A hora, numa grade
- Você olha onde está escuro
- Você pula para aquele minuto
Próximo passo
A cidade
Quem olha as câmeras de uma cidade inteira?
23 casos: 18 avisam quando acontece alguma coisa e 5 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
A rodovia
Quem vigia uma rodovia inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece alguma coisa e 2 só medem. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que o IRIS entende por cima.
E o melhor
O vídeo chega tarde por definição:a gente vê quando a coisa já aconteceu.
O IRIS avisa enquanto está acontecendo, com a câmera, a hora e o que viu. Chegar a tempo muda o final de quase toda história, e para isso ninguém precisa trocar de câmera.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.