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CAM-112

O cais durante a descarga

O cais de carga e descarga, visto de uma câmara alta. Um camião entrou de marcha-atrás com a lateral aberta e alguém de serviço está a mover caixas na traseira. À direita, um empilhador sai de um dos cais com uma palete, e há caixas já empilhadas junto ao portão. No meio da área de manobra, marcada no chão com linhas amarelas, está uma pessoa de pé com a guia de remessa na mão. É a zona que, enquanto dura a manobra, tem as suas regras.

O cais de carga e descarga, visto de uma câmara alta. Um camião entrou de marcha-atrás com a lateral aberta e alguém de serviço está a mover caixas na traseira. À direita, um empilhador sai de um dos cais com uma palete, e há caixas já empilhadas junto ao portão. No meio da área de manobra, marcada no chão com linhas amarelas, está uma pessoa de pé com a guia de remessa na mão. É a zona que, enquanto dura a manobra, tem as suas regras.
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Imagem gerada com IA

CAM-112 · LOADING BAY · PERSON ON FOOT

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa a pé na manobra
  • camião de entrega
  • pessoal na traseira
  • empilhador
  • paletes descarregadas

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

há uma descarga a decorrer e aparece alguém a pé dentro da área marcada, ou entra nela roupa de recluso

Então

  1. avisar o responsável do cais com a câmara e o ponto exato
  2. pedir que a manobra pare até a zona estar livre
  3. registar a hora de entrada e de saída da zona, para o registo da descarga
A instrução que o configurou«Enquanto houver um camião a descarregar, avisa-me de qualquer pessoa a pé dentro da área de manobra, e avisa-me assim que entrar roupa de recluso nessa zona.»

O que muda

O que muda para quem responde pelo estabelecimento

O cais é um ponto clássico de saída: é o sítio do estabelecimento onde se abre um portão grande, entra um veículo de fora e há caixas pelo chão. A regra é simples e é o estabelecimento que a escreve: enquanto dura a manobra, nessa zona não pode estar nenhuma pessoa reclusa. Hoje isso cumpre-se a olhar, e quem olha está também a contar paletes, a assinar a guia e a falar com o motorista. Com o IRIS a zona olha-se sozinha durante toda a manobra, avisa enquanto o portão ainda está aberto e deixa registada a hora de cada entrada e saída. Sem drama: há uma zona vigiada durante os vinte minutos que importam.

O que costumam perguntar

Como distingue o IRIS uma pessoa reclusa de alguém que ali trabalha?

Pela roupa, tal como numa obra se vê se alguém traz capacete. O IRIS não sabe quem é essa pessoa e não o pretende: vê que dentro da área de manobra há roupa que ali não devia estar, e di-lo. Se a roupa não se vir bem — de costas, com um casaco por cima, contra a luz —, o aviso dispara na mesma como pessoa a pé dentro da zona, e decide quem o recebe. É uma distinção de peça de roupa, não de pessoa: não há nenhum nome em lado nenhum.

E se o estabelecimento quiser a zona completamente livre?

Configura-se assim e pronto. A regra escreve-a o estabelecimento: pode pedir-se que durante a manobra não haja ninguém a pé dentro da área, que não haja mais de duas pessoas, que ninguém atravesse a linha amarela enquanto o empilhador se move, ou só a regra da roupa. Também se decide a que horas vigora, porque um cais não funciona da mesma maneira às sete da manhã e a meio da tarde. Nós não trazemos nenhuma regra de fábrica.

Isto deixa registo de quem esteve no cais?

Não. O IRIS não identifica ninguém e não serve para sancionar uma pessoa concreta. O que fica é a hora a que alguém entrou na zona e a hora a que saiu, junto com o vídeo desses minutos: uma situação, não uma pessoa. Não há rostos reconhecidos, não há matrículas lidas, não há nenhuma base de dados de quem é quem e não se guarda ficha de ninguém. Se o estabelecimento precisar de saber quem lá esteve, sabe-o pelos seus próprios registos de serviço, que é onde essa informação deve estar.

Simulação · como funciona o IRIS

Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.

Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. O aviso dispara
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

«A carrinha branca de terça à tarde.»Isso chega para a encontrar.

Escreve-se como se contaria a alguém e saem os minutos que encaixam, com câmara e hora. Não é preciso lembrar-se do momento exato: é para isso que serve a pergunta.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.