CAM-153
Operário no chão junto às bombas
O pátio da sala de bombas. Um operador está deitado de bruços sobre o betão, com o colete refletor vestido e o capacete branco caído ao lado, no chão. Outro operador, de capacete e colete, corre na direção dele pelo lado do decantador. Em primeiro plano, os grupos de bombagem verticais; ao fundo, a porta verde da sala e os armários de comando.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa no chão
- capacete caído
- operador a acorrer
- grupo de bombagem
- armários de comando
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 3 min 10 sSem se mexer há
- 10:31Último movimento visto
- 52 minEstava sozinho na zona há
- 1Pessoas a acorrer
- 1Capacetes no chão
- 10:34Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa está no chão, sem se mexer, há mais tempo do que a estação definiu
Então
- avisar o operador de serviço e o telefone de emergência da estação, com a câmara e o ponto
- abrir o vídeo em direto dessa câmara, para quem responde ver o que há antes de chegar
- registar a que horas foi visto a mexer-se pela última vez
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém estiver há um bocado no chão sem se mexer numa zona técnica, mesmo de noite e sem mais ninguém na estação.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Esta é a câmara que importa das oito. Uma ETAR tem espaços confinados, gases e bacias, e à noite há um operador para toda a estação. Alguém no chão junto à sala de bombas pode ficar assim vinte minutos sem que ninguém passe, e num sítio destes o tempo é a única coisa que se pode ganhar. O IRIS não sabe o que lhe aconteceu: não diagnostica nem o vai tentar. Sabe que há uma pessoa que há um bocado não se mexe numa zona técnica, e avisa para alguém ir ver. Não prometemos que evite nada. A única coisa que muda, e não é pouco, é que a chamada sai aos três minutos em vez de aos vinte.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe o que aconteceu àquela pessoa?
Não, e não o vai dizer. O IRIS não diagnostica nada. O que vê é uma pessoa no chão que há um bocado não se mexe numa zona técnica, e por isso avisa: para alguém ir ver. Pode ter escorregado, pode ter-se sentido mal ou pode estar a trabalhar deitada debaixo de uma bomba. Isso di-lo quem chega, não a câmara. E por isso a regra escreve-se com um relógio: a estação decide quantos segundos sem movimento são demasiados naquele sítio.
E se estiver agachado a trabalhar e o aviso disparar para nada?
Vai acontecer algumas vezes, e ainda bem. Este aviso é afinado de propósito para o lado seguro: numa estação sem ninguém por perto, um falso alarme custa ver dez segundos de vídeo, e não ver custa muitíssimo mais. A estação define quanto tempo sem movimento dispara o aviso e em que zonas se aplica, e quem o recebe abre o direto antes de mandar alguém. Preferimos ir e não ser nada.
O IRIS reconhece a pessoa que está no chão?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não as compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Sabe que há uma pessoa, onde está e há quanto tempo não se mexe. Para mandar alguém não é preciso mais nada, e quem é essa pessoa saberá quem lá chegar.
Um caso diferente em cada volta
Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.
Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Desenha a linha
- Conta-se sozinho
- Sai um número
Passo seguinte
O estado das câmaras
E quem vigia as câmaras?
0 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
A cidade
Quem vê as câmaras de uma cidade inteira?
23 casos: 18 avisam quando acontece algo e 5 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
À oitava hora de turnoninguém olha como olhava na primeira. E isso não é um defeito.
É ser pessoa. A câmara não tem oitava hora: às quatro da manhã compreende o mesmo que compreendia ao meio-dia, e avisa da mesma maneira quem está de serviço.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.