CAM-152
Sem capacete no corredor técnico
O corredor técnico de uma ETAR, entre o reator de arejamento e as bacias. Um homem de camisa desce a via na direção da câmara, sem capacete e sem colete. Ao fundo do mesmo corredor estão três operadores com colete e capacete, junto à guarda, e à direita outro operador de capacete branco a trabalhar nas bombas. A água do reator está em pleno arejamento, mesmo ao lado da passagem.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa sem EPI
- operadores com EPI
- operador nas bombas
- corredor técnico
- reator de arejamento
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 5Pessoas no enquadramento
- 4Com capacete e colete
- 1Sem capacete nem colete
- 40 sNa zona há
- 3Avisos hoje neste ponto
- 12:18Hora do aviso
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém está dentro da zona marcada sem capacete ou sem colete e continua lá uns segundos depois
Então
- avisar o chefe da estação com a câmara e o ponto exato do corredor
- guardar a imagem do momento, para poder mostrá-la na reunião de segurança
- registar quantas vezes aconteceu hoje nesse mesmo ponto
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém entrar no corredor técnico sem capacete e sem colete, seja da casa ou venha de fora.»
O que muda
O que muda para quem responde pela instalação
Quem anda sem capacete quase nunca é o operador da estação: é o transportador que estacionou e entrou para perguntar, o técnico do fornecedor que veio ver uma bomba, a visita que se adiantou dois metros. E naquele corredor há um reator em arejamento a um passo do bordo. Hoje isto corrige-se se alguém vir, e às quatro da tarde de uma terça não vê ninguém. O IRIS não pára ninguém nem lhe põe um capacete: avisa quem pode ir lá dar-lho, enquanto a pessoa ainda está ali. E como regista quantas vezes acontece e em que ponto, o chefe da estação descobre que é quase sempre o mesmo portão.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem é a pessoa que anda sem capacete?
Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não as compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Vê uma pessoa numa zona onde é preciso capacete e colete, e vê que não os traz. Isso basta para alguém ir lá dar-lhos, e para isso não é preciso saber o nome.
E se for uma visita acompanhada por alguém da estação?
Acompanhada ou não, naquela zona é preciso capacete. A regra escreve-a a estação: marca-se sobre a imagem onde começa a zona de EPI obrigatório e em que faixas se aplica, e os escritórios e o estacionamento ficam de fora. Se a estação decidir que uma visita acompanhada não gera aviso, configura-se assim; a decisão é dela, não nossa.
Isto serve para sancionar alguém?
Não foi pensado para isso, e pela forma como funciona também não daria: o IRIS não sabe quem é a pessoa. O aviso chega a quem pode ir com um capacete na mão, e o que fica registado é o ponto e a hora, não um nome. O que se faz depois com essa informação decide-o o titular da instalação, que é quem escreve as regras.
Demonstração · IRIS em funcionamento
Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.
Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- Monta-se a regra
- Aplica-se às câmaras
- Publicada, vigia sozinha
- E então dispara
Passo seguinte
Os casinos
Quanto tempo se demora a encontrar uma jogada de há duas horas?
12 casos: 9 avisam quando acontece algo e 3 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os centros comerciais
O que vê um centro comercial além do número de visitas?
12 casos: 4 avisam quando acontece algo e 8 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Se a câmara não o mostra,o IRIS não o vê. E isso diz-se antes, não depois.
Nenhuma câmara vê através de uma parede nem no escuro total. Preferimos mostrar-lhe onde está o limite e colocar bem o que existe, a prometer algo que depois não aparece no ecrã.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.