CAM-347
De t-shirt e calças de ganga ao pé das celas
Meio da manhã. Um homem atravessa a gravilha do parque, entre o transformador e a aparelhagem, e estica o braço na direção das celas. Traz t-shirt e calças de ganga. Nem capacete, nem viseira, nem luvas, nem vestuário de proteção contra arco elétrico. Ao lado dele veem-se arcos azuis na aparelhagem. Aqui não é preciso decidir quantas pessoas são demasiadas: uma pessoa sem equipamento àquela distância já é a ocorrência.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa sem equipamento de proteção
- arcos visíveis na aparelhagem
- celas de alta tensão
- transformador de potência
- armário de manobra
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1 min 20 sNa zona de alta tensão há
- 1Pessoas dentro da zona agora
- 0Peças de proteção à vista
- 10:42Hora do aviso
- 17Dias desde a última pessoa vista aqui
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa entra na zona de alta tensão e não se lhe vê capacete, viseira, luvas nem roupa de proteção
Então
- avisar a sala de imediato com a câmara, a hora e o vídeo
- chamar pelo rádio o responsável do trabalho naquela instalação
- guardar a sequência desde que a pessoa entra no enquadramento
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém entrar na zona de alta tensão sem capacete, sem luvas e sem roupa de proteção, mesmo que vá só de passagem.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Um aviso no minuto em que acontece é a diferença entre uma chamada pelo rádio e um relatório de acidente. O IRIS vê que há uma pessoa dentro da zona e que não traz o equipamento que se vê de fora: capacete, viseira, luvas, roupa de manga comprida. E di-lo com a imagem à frente. Quem recebe o aviso liga, para o trabalho ou entra a ver. A decisão continua a ser de uma pessoa; o que muda é que a toma agora e não amanhã.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem é aquela pessoa?
Não, e nem tenta. Não reconhece rostos, não os compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. O que deteta é uma situação: está alguém dentro da zona de alta tensão e não traz o equipamento de proteção que devia ver-se. Quem é essa pessoa descobre-o quem lá vai ver.
E se tiver o equipamento vestido mas não se vir?
Então o IRIS não o conta, e é assim que deve ser entendido. A câmara só lê o que se vê de fora: capacete, viseira, luvas, roupa de manga comprida. Se algo ficar tapado pelo corpo ou por um equipamento, a regra pode avisar a mais. É um aviso para ir ver, não um veredicto, e quem o fecha é a pessoa que olha para a imagem.
O IRIS pode cortar a tensão ao detetar isto?
Não. O IRIS não manobra, não abre nem fecha nada e não manda ninguém a lado nenhum. Avisa com a câmara, a hora e o vídeo. Quem atua, como e por que ordem decide-o a pessoa responsável por aquela instalação, com os seus procedimentos.
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Simulação · como funciona o IRIS
Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.
Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Passo seguinte
Os estádios
O que vê um recinto com vinte mil pessoas lá dentro?
15 casos: 11 avisam quando acontece algo e 4 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os hotéis
Quando se decide uma má avaliação?
15 casos: 11 avisam quando acontece algo e 4 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Comprar câmaras não é preciso:é preciso que as suas entendam o que veem.
Sem obra, sem mudar os suportes e sem mexer na cablagem. Liga-se ao que já está posto e a funcionar: a instalação não muda, muda o que compreende.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.