CAM-345
Um rasto de óleo debaixo do transformador
Meio-dia numa subestação à beira da estrada. Lá dentro não está ninguém: quase nunca está. Da base do transformador desce uma mancha escura e brilhante que atravessou a laje e está a entrar na gravilha. Esta manhã não estava lá. O óleo de um transformador é o que arrefece e isola a máquina; quando aparece no chão, é porque está a sair por algum lado. E ninguém vai ver isto até à próxima visita.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- rasto de óleo no chão
- transformador de potência
- leito de gravilha
- armário de manobra
- aparelhagem do parque
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 2 h 10 minCom mancha no chão há
- 11:20Primeira imagem com mancha
- 3Lajes alcançadas pelo rasto
- 0Pessoas no recinto agora
- 9Dias desde a última pessoa vista aqui
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
aparece debaixo de um transformador uma mancha escura que não estava nas imagens anteriores e continua lá passados uns minutos
Então
- avisar a sala com a câmara, a hora e a imagem do chão
- guardar a primeira imagem em que a mancha aparece
- juntar a imagem do mesmo enquadramento do dia anterior para as poder comparar
A instrução que o configurou«Avisa-me se aparecer uma mancha escura no chão debaixo de qualquer transformador e não estivesse nas imagens anteriores.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Uma subestação não tem pessoal: é visitada. Entre visitas podem passar semanas, e uma fuga lenta tem todo esse tempo para esvaziar a máquina e chegar ao terreno. Com uma câmara a olhar, o rasto deixa de ser uma descoberta da próxima manutenção e passa a ser um aviso de hoje, com a hora e a imagem. O responsável da rede decide se manda alguém esta tarde ou se o mete na rota de quinta. Mas decide a ver.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe se o que está no chão é óleo?
Com certeza não, e não vai fingir que sim. O que a câmara vê é uma mancha escura que antes não estava, debaixo de uma máquina que leva óleo. Isso chega para mandar alguém ver. Confirmar de que líquido se trata, e se sai do transformador ou de outro sítio, é da pessoa que lá vai e, se for preciso, de uma análise. O IRIS põe o aviso, a hora e a imagem.
É preciso uma câmara especial para ver isto?
Não. Serve a câmara que já lá estiver. Uma mancha no chão vê-se com luz do dia, e de noite com a iluminação do recinto ou com uma câmara noturna. A térmica serve para outra coisa: para ler o aquecimento de um equipamento antes de haver fumo. O IRIS trabalha com as duas, e não muda o que cada câmara consegue ver.
E se for água da chuva ou uma sombra?
Acontece, e é por isso que a regra espera. O IRIS compara com o mesmo enquadramento de antes e só avisa se a mancha continuar lá passados uns minutos e não coincidir com o que a chuva deixa em todo o recinto ao mesmo tempo. Mesmo assim, quem decide se é uma fuga é a pessoa que olha para a imagem. O IRIS não fecha o caso: abre-o com provas.
Outras câmaras
- CAM-340 · Anda alguém num recinto que está sempre vazio
- CAM-341 · A vedação está aberta e alguém passa pelo buraco
- CAM-342 · Onze minutos parada onde não para ninguém
- CAM-343 · Está a esvaziar-se um armário de cobre
- CAM-344 · Chama e fumo negro no transformador
- CAM-346 · O clarão que ninguém chegou a ver
Um caso diferente em cada volta
Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.
Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Passo seguinte
As infraestruturas
Quem está a olhar para uma instalação onde quase nunca está ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
A indústria
Porque é que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
E o melhor
Há coisas que não se avisam:contam-se.
Um aviso tira-o da cadeira; um número deixa-o planear. São dois trabalhos diferentes, e a mesma câmara pode fazer os dois ao mesmo tempo.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.