CAM-276
Sai fumo de uma bateria na zona de carga
Final de tarde no armazém. Na fila de baterias da zona de carga, uma delas começou a deitar uma coluna de fumo branco que sobe até ao teto. Dois operadores que estavam ao lado afastam-se a pé em direção ao corredor. Outros três, mais longe, viram-se e saem. A poucos metros há paletes de cartão empilhadas e um empilhador estacionado junto à estante. A porta de cais da esquerda está aberta e entra corrente de ar. O IRIS vê o fumo desde o primeiro segundo.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- coluna de fumo sobre a zona de carga
- bateria de onde sai o fumo
- fila de baterias em carga
- operadores a sair da zona
- paletes de cartão empilhadas ao lado
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1 min 05 sTempo com fumo
- 18:12Hora do primeiro fumo
- 5Pessoas no enquadramento
- 2Pessoas ainda na zona
- 9Paletes empilhadas junto à zona
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
aparece fumo na zona de carga de baterias
Então
- avisa a segurança e o chefe de armazém com a câmara e a hora
- guarda o vídeo desde um minuto antes do primeiro fumo
- conta as pessoas que ficam na zona até esta ficar vazia
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que vires fumo na zona de carga de baterias, mesmo que não tenha disparado nenhum detetor.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
O fumo numa zona de carga de baterias vê-se antes com os olhos do que com um detetor de teto, sobretudo numa nave alta e com uma porta aberta a puxar o ar. Com a câmara, o chefe de armazém recebe o aviso enquanto a coluna sobe, com a imagem do ponto exato e o vídeo do que lá estava mesmo antes. Isso adianta a chamada, indica que equipamento isolar e deixa registo da hora a que a zona ficou vazia.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe o que se está a passar dentro da bateria?
Não. A câmara vê o fumo, as chamas e as pessoas a sair. Com uma câmara termográfica lê também o calor da superfície. O que acontece dentro da célula é o sistema de gestão da bateria que o diz, e a causa di-la quem a abrir depois. O IRIS dá a imagem e o minuto em que começou.
Serve isto onde já há detetores de incêndio?
Sim, e trabalha ao lado deles. Um detetor de teto precisa que o fumo suba e lhe chegue; uma nave alta com portas abertas atrasa isso. A câmara vê a coluna no sítio onde nasce e acrescenta o que um detetor não dá: a imagem do ponto e o vídeo de antes.
Pode confundir vapor ou pó com fumo?
Pode, e é por isso que a regra é escrita pelo armazém. Ajusta-se à zona de carga, às horas em que ali não devia haver vapor e a um tempo mínimo antes de avisar. Quando dispara um aviso que não era, marca-se e a regra afina-se. Nenhum sistema acerta sempre e não vamos dizer o contrário.
Outras câmaras
Veja com os seus olhos
Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.
Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.
- Olha para todo o sistema
- Marca o que falha
- Põe tudo num ecrã
Passo seguinte
Os portos
Quem está a olhar para um cais inteiro às três da manhã?
14 casos: 13 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
A banca
Quem vê as câmaras de toda uma rede de balcões?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
A porta ficou aberta às duas.Saber às nove já não serve de nada.
O vídeo conta às nove. O IRIS diz às duas, com a câmara, a hora e as imagens desse momento. A diferença entre as duas coisas é alguém poder lá ir.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.