CAM-41
Avenida: carros, bicicletas e peões
Uma rua larga a meio da tarde: carros e um autocarro na faixa de rodagem, ciclovia verde ao centro e passeio com esplanadas à direita. Não acontece nada de estranho; a cidade simplesmente circula.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- autocarro
- carro
- bicicleta
- trotinete
- peão
O que esta câmara devolve
Aqui ninguém recebe um aviso. Aqui saem números.
- 1.842+4%Veículos
- 613+21%Bicicletas
- 178Trotinetes
- 2.407Peões
- 46Fora da ciclovia
- 9Sem capacete
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A série, não o dado solto
Um número não diz nada. Uma curva diz.
Passagem por faixa horária
- Veículos
- Bicicletas e trotinetes
| Intervalo | Veículos | Bicicletas e trotinetes |
|---|---|---|
| 06 | 88 | 22 |
| 08 | 214 | 71 |
| 10 | 156 | 54 |
| 12 | 141 | 43 |
| 14 | 168 | 38 |
| 16 | 152 | 49 |
| 18 | 231 | 96 |
| 20 | 174 | 88 |
| 22 | 96 | 41 |
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
Como se conta
Contar não se pede a falar. Desenha-se uma linha.
Há três linhas desenhadas sobre a imagem: uma atravessa a faixa de rodagem, outra a ciclovia e outra o passeio. Tudo o que cruza uma linha é somado, e o sentido da linha diz se vai ou se vem. Uma linha não se descreve com uma frase: tem de se traçar em cima do enquadramento. Por isso contar configura-se a desenhar, e procurar faz-se a falar.
- linha da via · Linha de contagem
- linha da ciclovia · Linha de contagem
- linha do passeio · Linha de contagem
E além disso, uma regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
alguém circula de bicicleta ou trotinete sem capacete na avenida
Então
- somar à contagem do dia
- guardar o clipe como referência
- levar ao relatório mensal de segurança rodoviária
A instrução que o configurou«Conta-me também quantas pessoas passam de bicicleta ou trotinete sem capacete, para saber se é preciso uma campanha de segurança.»
O que muda
O que muda para quem gere a cidade
O técnico de mobilidade tem de defender a ciclovia numa reunião. Uns dizem que está sempre cheia, outros que está vazia, e ambos falam de memória: ninguém tem o número. Com as três linhas postas esse técnico sabe quantas bicicletas passam, a que horas, quantas vão fora da ciclovia e quantos carros continuam a circular no mesmo troço. Com isso decide se a ciclovia se alarga, se muda um semáforo ou se é preciso mais um autocarro, e defende-o com a série à frente. Aqui não há ocorrência nem há a quem avisar: há um dado que se pode repetir no ano seguinte e comparar.
O que costumam perguntar
Posso pedir ao IRIS «conta-me os carros» e pronto?
Não, pedir ao IRIS «conta-me os carros» não chega, e vale a pena perceber porquê. Para encontrar algo basta descrevê-lo: «mostra-me as motos vermelhas de ontem» é uma frase e o IRIS resolve-a. Para contar é preciso dizer por onde se conta: uma linha sobre a faixa de rodagem, com um sentido, ou uma zona pintada sobre a imagem. Essa geometria desenha-se uma vez e fica guardada; a partir daí a contagem é sempre a mesma, repete-se mês após mês e pode ser auditada. Um número que muda conforme a pergunta não serve para decidir.
Um município pode confiar numa contagem feita com câmara?
Uma contagem com câmara é fiável se a linha estiver bem posta e o enquadramento não mudar, e é isso que se revê no arranque. A geometria fica guardada, por isso o número de março mede-se igual ao de outubro. Onde a contagem perde fiabilidade é à noite sem iluminação suficiente, com chuva forte ou se a câmara se mexer: quando um ponto está nessas condições, diz-se antes de instalar, não depois.
O IRIS distingue uma bicicleta de uma trotinete?
O IRIS distingue a bicicleta da trotinete e do peão, e cada um é contado em separado. A diferença entre bicicleta e trotinete vê-se pior ao longe e com pouca luz, e aí alguns podem ficar na categoria errada. Por isso o dado que se publica é a tendência por horas, que aguenta essa margem, e não o número exato de um minuto isolado.
Simulação · como funciona o IRIS
Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.
Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- A hora, numa grelha
- Olhas onde está escuro
- Saltas para esse minuto
Passo seguinte
Os transportes públicos
Quem vigia uma estação inteira na hora de ponta?
17 casos: 11 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
O comércio
Quem vê as vendas que não chegam à caixa?
10 casos: 4 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Há anos que paga para guardar vídeo.Ninguém o viu.
Gravar não é compreender. A gravação continua guardada para o caso de ser precisa, mas já não é preciso vê-la toda para saber o que aconteceu.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.