A unidade fechadaAnálise de mobilidade
CAM-110
Um drone por cima do muro
A via de serviço do lado de fora e o muro coroado de concertina, vistos de uma câmera alta. Um drone atravessa o céu por cima do muro, com a câmera dele pendurada embaixo. Lá embaixo, na via, um veículo de serviço parado e três pessoas da equipe; duas apontam para cima. Do outro lado do muro está o pátio, com gente e uma cesta no fundo. O IRIS olha esse pedaço de céu o tempo todo, inclusive quando ninguém está olhando.

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Imagem gerada com IA
O que o IRIS entende
O que ele reconhece nesta cena
- objeto voando
- guarita
- equipe na via
- veículo de serviço
- o pátio
A regra
Decida uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
aparece algo voando dentro do pedaço de céu que a unidade marcou por cima do muro e do pátio
Então
- avisar o posto de comando com a câmera e o lado por onde entrou
- mandar alguém até a área sobrevoada, para olhar o chão
- guardar o vídeo da passagem inteira para o relatório
A instrução que configurou isso«Me avisa se aparecer alguma coisa voando por cima do muro ou do pátio, e me diz por onde entrou e para onde está indo.»
O que muda
O que muda para quem responde pela unidade
Onze da noite na via externa, e ninguém está olhando para o céu: se olha para o muro e para o portão. E hoje pelo céu entra embrulho que não entra pela porta. O normal é ficar sabendo na manhã seguinte, quando aparece alguma coisa no pátio e já não dá para saber nem quando caiu nem onde. O IRIS não derruba drone, não bloqueia sinal e não segue ninguém até o piloto: ele avisa que tem algo voando onde não deveria ter nada, enquanto está acontecendo, e diz por qual lado entrou. Com isso se manda alguém até a área de queda enquanto ainda tem o que olhar no chão. É só isso, e já é muito mais do que não ficar sabendo.
O que costumam perguntar
O IRIS derruba o drone ou corta o sinal dele?
Não. Ele não derruba, não bloqueia, não interfere em sinal nenhum e não rastreia ninguém até o piloto. O IRIS é uma câmera que entende o que enxerga: enxerga que tem algo voando onde não deveria ter nada e diz isso enquanto está acontecendo, com a hora, o lado por onde entrou e o vídeo. O que muda não é o drone: é que alguém chega na área de queda em minutos, em vez de ficar sabendo no dia seguinte. Tirar um aparelho do ar é outro ofício, com regras próprias, e não é este.
O IRIS sabe de quem é o drone?
Não sabe, e para punir uma pessoa específica ele não serve. Ele não sabe de quem é o aparelho, não procura o piloto, não reconhece rosto, não lê placa de carro nenhum que esteja por perto e não guarda quem é ninguém. O que sai daqui é um aviso sobre uma situação: tem algo voando onde não deveria, neste horário, por este lado. Descobrir de onde aquilo veio é trabalho de gente e de outros procedimentos, não de uma câmera.
E os pássaros? Isso deve disparar toda hora.
Quem decide qual pedaço do céu se olha, em que horário e o que um objeto precisa fazer para o aviso sair é a unidade: um pássaro que atravessa é uma coisa, um aparelho que fica parado no ar e avança em linha reta por cima do muro é outra. E, principalmente, o aviso não chega sozinho: chega com o vídeo. Quem recebe enxerga em dois segundos se vale mandar alguém ou se fecha ali mesmo. Aviso que se fecha em dois segundos custa pouquinho; não ficar sabendo custa bem mais.
Um caso diferente a cada volta
Você define a regra uma vez. O IRIS aplica sempre.
Você vai ver um resumo da interface, rodando passo a passo e sem mão nenhuma. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.
- O aviso dispara
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Próximo passo
A infraestrutura
Quem está olhando uma instalação onde quase nunca tem ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
A indústria
Por que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece alguma coisa. Você vê cada imagem como ela é e depois com o que ele entende por cima.
E o melhor
Ninguém precisa quebrar parede:as câmeras que você já tem podem começar a entender.
Sem obra, sem cabo novo, sem trocar equipamento. Conecta no que já existe, e o que já existe começa a contar o que vê.
Conte o seu problema e a gente diz se o IRIS entende isso ou ainda não.
A gente responde no mesmo dia útil.