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CAM-116

Um rombo na parede da ala

A ala vista de cima. No piso térreo há um rombo na parede: um troço de alvenaria rebentado de alto a baixo, a malha do interior dobrada e à vista, e entulho e pó espalhados pelo chão. Um funcionário está parado à frente do buraco. À volta a vida da ala continua: as mesas fixas com os seus bancos, a galeria de cima com pessoas debruçadas na guarda e as celas abertas dos dois lados.

A ala vista de cima. No piso térreo há um rombo na parede: um troço de alvenaria rebentado de alto a baixo, a malha do interior dobrada e à vista, e entulho e pó espalhados pelo chão. Um funcionário está parado à frente do buraco. À volta a vida da ala continua: as mesas fixas com os seus bancos, a galeria de cima com pessoas debruçadas na guarda e as celas abertas dos dois lados.
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Imagem gerada com IA

CAM-116 · WING WALL · STRUCTURE BREACHED

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • rombo na parede
  • malha à vista
  • entulho no chão
  • funcionário na ala
  • mesas fixas da ala

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

aparece um buraco, uma rutura ou uma deformação onde antes havia uma parede, uma grade ou uma rede

Então

  1. avisar o chefe de serviços com a câmara, o ponto da parede e a hora
  2. guardar o vídeo desde antes de o estrago aparecer
  3. registá-lo como participação de manutenção, com a sua fotografia
A instrução que o configurou«Avisa-me quando aparecer um estrago numa parede, numa grade ou numa rede desta zona, e diz-mo enquanto está a acontecer, não na ronda da noite.»

O que muda

O que muda para quem responde pelo estabelecimento

Hoje um estrago vê-se na ronda: alguém passa à frente, vê-o e comunica-o. Entre o momento em que aconteceu e o momento em que alguém passou podem ir horas, e nesse intervalo cabe tudo: pode ter aumentado, ninguém tem o vídeo do momento, a participação acaba escrita de memória. Com o IRIS o aviso chega quando a parede se rompe, com a câmara, o ponto e o vídeo de mesmo antes. E serve tanto para o grave como para o que é só manutenção: uma grade forçada, uma rede cortada, uma chapa que alguém foi soltando durante semanas. O IRIS não diz quem foi nem porquê: diz que ali há um buraco onde havia uma parede, e di-lo enquanto está a acontecer. O que se faz a seguir é decisão do estabelecimento.

O que costumam perguntar

O IRIS identifica quem partiu a parede?

Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não os compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Deteta a situação — ali há um buraco onde havia uma parede — e avisa. Também não prevê nem classifica ninguém: não diz quem o poderia fazer nem aponta nenhuma pessoa reclusa. O quem, o como e o porquê são uma investigação do estabelecimento, e para isso existe o vídeo do momento, que é exatamente o que hoje não se tem.

E os estragos pequenos, os que se fazem aos poucos?

Esses são os mais difíceis de ver numa ronda, porque todos os dias parecem os mesmos. A câmara compara o que vê agora com o que vê normalmente naquele mesmo sítio, por isso uma chapa que se afasta um pouco por semana ou uma rede que vai cedendo acabam por aparecer. A partir de que dimensão se quer o aviso decide-o o estabelecimento: se o limiar for muito fino, avisará também de um lascado, e isso também não é uma falha, é uma decisão que se ajusta.

Pode a mesma câmara olhar para a parede e para a lotação da ala?

Sim, e essa é a vantagem de a regra assentar sobre a câmara que já lá está: a mesma imagem sustenta várias regras ao mesmo tempo, cada uma com o seu horário e o seu destinatário. Aqui uma olha para a parede e outra pode contar quantas pessoas há na ala. Não é preciso uma câmara por cada coisa que se queira saber: é preciso escrever outra regra.

Um caso diferente em cada volta

Uma câmara olha. O IRIS percebe o que está a ver.

Um extrato do ecrã real, sem locução e sem mãos. Cada volta apresenta outra situação. O que está por trás é bastante maior do que o que se vê.

  1. Olha para todo o sistema
  2. Marca o que falha
  3. Põe tudo num ecrã
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

A regra escreve-a você, com as suas palavras.Não é preciso que alguém a programe.

«Avisa-me se uma porta de emergência ficar aberta.» É essa a regra inteira. A partir daí aplica-se em todas as câmaras e a qualquer hora, sem lhe voltar a mexer.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.