CAM-332
Um homem no chão e uma fábrica vazia à volta
Início da tarde numa unidade sem pessoal fixo. Um trabalhador de fato-macaco azul e capacete amarelo está deitado de costas em cima da caleira de drenagem, com os braços abertos. Não se mexe. À volta não há ninguém: as escadas estão vazias, a passagem está vazia, o resto da fábrica está vazio. A câmara não sabe o que lhe aconteceu. Sabe que há uma pessoa no chão, num sítio onde ninguém se deita, e que já leva um bocado sem se mexer.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa no chão, sem se mexer
- caleira de drenagem
- skid de bombas sob a cobertura
- coluna de processo
- ponto de chamada de emergência
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 4 min 10 sTempo sem se mexer
- 1Pessoas no enquadramento
- 0Pessoas à volta
- 13:02Último movimento visto
- 13:06Hora do alerta
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa está deitada no chão e continua sem se mexer passado o tempo definido
Então
- abrir o alerta com a câmara, o ponto e o vídeo desde antes da queda
- chamar a sala de controlo e a equipa de emergência da fábrica
- deixar a câmara em direto aberta até alguém chegar
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém ficar imóvel no chão mais de um minuto em qualquer ponto da unidade.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Numa instalação onde não está ninguém a ver, isto é a diferença entre minutos e horas. Sem câmara, aquele homem é encontrado pelo próximo que ali passe, e o próximo pode passar no fim do turno. Com a regra definida, o alerta sai sozinho, com a câmara, o ponto exato e o vídeo, e alguém sai para lá agora. O IRIS não identifica ninguém nem diagnostica nada: vê que há uma pessoa no chão sem se mexer, não quem é nem o que tem. Isso di-lo quem lá chegar.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe se a pessoa está inconsciente ou ferida?
Não, e não o diz. O IRIS não diagnostica. O que vê é que há uma pessoa no chão, num sítio onde ninguém se deita, e que já leva um bocado sem se mexer. Com isso avisa e mostra o vídeo. O que ela tem e o que há a fazer decide-o quem lá chega, que é quem se lhe pode aproximar.
E se alguém trabalhar deitado no chão?
Ajusta-se a regra. Há tarefas que se fazem no chão, e por isso o tempo sem movimento e a zona afinam-se com a fábrica. Um mecânico que se mexe enquanto trabalha não gera alerta; uma pessoa que fica quieta onde ninguém fica quieto, gera. A regra escreve-a a fábrica, não o IRIS.
Serve em instalações sem pessoal?
Sim, e é onde mais se nota. Numa válvula remota, numa estação de bombagem ou numa unidade sem vigilância não há ninguém que possa ver a pessoa no chão. A câmara já lá está e já está a olhar. O que muda é que agora, quando acontece uma coisa destas, alguém sabe no momento.
Outras câmaras
Todas as simulações
Algo se derramou
Avisa-me se houver líquido ou espuma fora do sítio e, dois minutos depois, ainda lá estiver.
- A frase
- Onde vale
- O que encontra
- A mesma regra
Passo seguinte
Os centros comerciais
O que vê um centro comercial além do número de visitas?
12 casos: 4 avisam quando acontece algo e 8 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os aeroportos
O que vê um aeroporto antes de a fila se formar?
14 casos: 7 avisam quando acontece algo e 7 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Se a câmara não o mostra,o IRIS não o vê. E isso diz-se antes, não depois.
Nenhuma câmara vê através de uma parede nem no escuro total. Preferimos mostrar-lhe onde está o limite e colocar bem o que existe, a prometer algo que depois não aparece no ecrã.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.