CAM-333
A cisterna avançou até ficar colada ao recipiente de processo
Meio da tarde na via de processo. Um camião-cisterna entrou pela faixa de rodagem e avançou até ficar colado ao recipiente de processo da esquerda, muito para dentro da faixa amarela pintada no chão. O condutor continua na cabina. Seis operários de capacete e colete levantam as mãos para o parar, de frente e dos lados. Atrás há uma carrinha branca com extintores e material. A câmara vê o veículo, a pintura do chão e a distância entre os dois.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- camião-cisterna
- recipiente de processo
- operários a fazer sinal de paragem
- carrinha de serviço
- armário de material de combate a incêndios
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 2 mMetros até ao recipiente
- 1 min 45 sTempo dentro da faixa
- 6Operários a fazer sinais
- 2Veículos na via
- 16:12Hora do alerta
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
um veículo atravessa a faixa pintada do recipiente de processo ou para em cima da passagem de emergência
Então
- abrir o alerta com a câmara, a hora e o vídeo da manobra
- avisar a sala de controlo e o responsável da operação de carga
- guardar o excerto de vídeo para o relatório do turno
A instrução que o configurou«Avisa-me se um camião entrar dentro da faixa amarela do recipiente de processo ou tapar a passagem de emergência.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Um camião colado a um equipamento de processo são dois problemas ao mesmo tempo: pode bater-lhe e tapa o acesso às emergências. Aqui o alerta sai enquanto o camião ainda se move, com a câmara, a hora e o vídeo, e na sala de controlo vê-se por onde entrou. O IRIS não identifica ninguém: vê um veículo que atravessou um limite pintado, não quem vai lá dentro. E não para o camião nem baixa uma barreira: tirá-lo dali decide-o uma pessoa.
O que costumam perguntar
O IRIS mede a distância real entre o camião e o equipamento?
Mede-a contra o que está pintado no chão. A faixa amarela e as linhas da via são a referência, e a câmara vê se o camião as atravessou e por quanto. Não é um medidor laser: é uma leitura contra uma marca física que já lá está. Para o que importa aqui, se está dentro ou fora, chega.
Também deteta que se bloqueia uma saída de emergência?
Sim. É a mesma ideia: desenha-se sobre a imagem a passagem que tem de ficar livre, e o alerta dispara quando alguma coisa para lá em cima. Serve para uma rota de evacuação, para um hidrante e para o acesso dos bombeiros. O que se desenha e quanto tempo se tolera decide-o a fábrica.
O IRIS pode parar o veículo ou fechar a barreira?
Não. O IRIS avisa, não atua. Não baixa uma barreira, não corta um semáforo e não manda mensagens ao camião. Põe à frente de quem decide a câmara, a hora e o vídeo do momento em que o camião atravessou a linha. A manobra de o tirar dali é ordenada por uma pessoa.
Outras câmaras
Veja com os seus olhos
Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.
Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.
- O aviso dispara
- Entra na caixa
- Abre o aviso
- Confirma ou descarta
Passo seguinte
A estrada
Quem vigia uma autoestrada inteira?
10 casos: 8 avisam quando acontece algo e 2 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os transportes públicos
Quem vigia uma estação inteira na hora de ponta?
17 casos: 11 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Dez câmaras ou quatro mil:nenhuma fica por ver.
No dia em que o IRIS entra, entram todas: as dez de uma escola ou as quatro mil de uma rede inteira. E só levanta a mão quando acontece aquilo que pediu que se olhasse.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.