CAM-330
Alguém entrou a pé na zona vermelha do skid de válvulas
Meio da manhã na unidade de processo. No chão há um recinto pintado de vermelho com riscas brancas: é o raio do skid de válvulas, e ali dentro não se entra sem autorização. Um operário de fato-macaco azul e capacete branco está a atravessá-lo a pé, em direção ao equipamento. Cá fora, dois colegas de colete amarelo falam pelo rádio e não o veem. A câmara vê a pintura do chão e vê que uma pessoa a pisou.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa dentro da zona vermelha
- recinto vermelho do skid
- skid de válvulas
- colegas fora do recinto
- manga de vento
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 38 sTempo dentro da zona
- 1Pessoas lá dentro
- 3Pessoas fora
- 6 mMetros até à borda pintada
- 10:41Hora do alerta
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa entra no recinto vermelho do skid e continua lá dentro passados alguns segundos
Então
- abrir o alerta com a câmara, a hora e o vídeo da entrada
- enviá-lo para o rádio do turno e para a sala de controlo
- guardar o excerto de vídeo para a revisão da autorização de trabalho
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém entrar a pé na zona vermelha do skid de válvulas e ficar lá.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Quem manda na fábrica sabe enquanto a pessoa ainda está lá dentro, e não quando alguém o conta no dia seguinte. O alerta chega com a câmara, a hora e o vídeo do momento em que atravessou a linha pintada. Com isso chama-se pelo rádio e sai-se. O IRIS não identifica ninguém: vê que alguém atravessou um limite, não quem é. E não para nada: quem sai e quando, decide-o uma pessoa.
O que costumam perguntar
O IRIS sabe quem entrou na zona vermelha?
Não. O IRIS vê que uma pessoa atravessou a borda pintada e há quanto tempo está lá dentro. Não reconhece rostos nem os compara com nenhuma lista. O alerta diz «uma pessoa dentro do recinto vermelho», nunca um nome. Quem era apura-se depois, com o vídeo e com a autorização de trabalho, e é uma pessoa que o faz.
Quem decide onde fica a zona vermelha?
A fábrica. A zona desenha-se sobre a imagem da câmara seguindo a pintura que já está no chão, e ajusta-se quando a operação muda. O IRIS não escreve a regra: aplica a que lhe desenharam. Se um dia aquele recinto estiver aberto por um trabalho autorizado, a regra desliga-se enquanto esse trabalho durar.
O IRIS para o equipamento quando alguém entra?
Não. O IRIS avisa, não atua. Não fecha uma válvula, não para uma bomba e não manda ninguém a lado nenhum. O que faz é pôr à frente da sala de controlo a câmara, a hora e o vídeo do momento. A decisão do que fazer continua a ser de uma pessoa.
Outras câmaras
Simulação · como funciona o IRIS
Em cada volta, um caso novo. Sempre o mesmo ecrã.
Reproduz-se sozinho e mostra um caso do princípio ao fim. É um resumo: o ecrã real tem muitas mais funções do que cabem neste quadrado.
- Monta-se a regra
- Aplica-se às câmaras
- Publicada, vigia sozinha
- E então dispara
Passo seguinte
A indústria
Porque é que a linha parou?
237 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
Os estacionamentos
Quantos lugares estão livres neste momento?
15 casos: 9 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
O que vale na câmara umvale na câmara quatro mil, e não é preciso copiar à mão.
Uma regra diz-se uma vez e aplica-se a todas. E continua a dizer o mesmo no domingo à noite e na terça de manhã, seja quem for que está de serviço.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.