CAM-329
Entrou sozinho no depósito e não há ninguém cá fora
Meio da manhã. A boca de homem do depósito horizontal está aberta e a tampa levantada e encostada para trás. Um operador de capacete branco e arnês vestido está metido até à cintura, agarrado à pega, a descer lá para dentro. À volta não há ninguém: nem na passadeira de grelha à direita, nem junto ao depósito. Também não se vê tripé nem linha de vida montada na boca.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- operador a descer pela boca
- boca de homem aberta
- tampa levantada
- depósito horizontal
- passadeira vazia junto ao depósito
O que esta câmara mede
Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.
- 1pessoas que entraram pela boca
- 0pessoas fora junto à abertura
- 3 mintempo desde que começou a descer
- 11 mintempo com a boca aberta
- 08:35hora da entrada
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
uma pessoa entra por uma boca de homem e não fica ninguém fora junto à abertura
Então
- avisar a sala de controlo e o responsável pela permissão de entrada
- guardar o vídeo desde que a boca de homem foi aberta
- registar a hora de entrada e as pessoas contadas dentro e fora
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém entrar por uma boca de homem e não ficar ninguém cá fora a vigiar.»
O que muda
O que muda para quem responde pela fábrica
Dentro de um depósito, quem fica cá fora é o equipamento de segurança. Se não está ninguém, não há quem dê o alarme. Aqui a câmara conta as pessoas que entraram e as que ficaram fora, e avisa quando o segundo número é zero. O aviso chega enquanto a pessoa ainda está a descer, com a hora e o vídeo da entrada. Numa instalação meio vazia, isso é a diferença entre minutos e horas.
O que costumam perguntar
O IRIS mede o oxigénio dentro do depósito?
Não. Uma câmara não mede atmosferas. O oxigénio e os gases são medidos por um aparelho de medição antes de entrar e durante o trabalho. O IRIS olha para a boca: quem entra, quando e se fica alguém cá fora. As duas coisas são precisas e nenhuma substitui a outra.
O IRIS vê o que acontece dentro do depósito?
Não, a não ser que haja uma câmara lá dentro. Esta câmara vigia a boca de homem e o que a rodeia. Por isso conta entradas e saídas: se entrou uma pessoa e não saiu, o número di-lo sem ser preciso ver o interior.
O IRIS sabe quem entrou?
Não. O IRIS não reconhece caras nem as compara com nenhuma lista. Deteta situações: uma pessoa desceu pela boca e cá fora não ficou ninguém. Quem é essa pessoa di-lo a permissão de entrada, não a câmara.
Outras câmaras
Veja com os seus olhos
Em cada volta, um caso novo. Sempre o mesmo ecrã.
Reproduz-se sozinho e mostra um caso do princípio ao fim. É um resumo: o ecrã real tem muitas mais funções do que cabem neste quadrado.
- Monta-se a regra
- Aplica-se às câmaras
- Publicada, vigia sozinha
- E então dispara
Passo seguinte
O comércio
Quem vê as vendas que não chegam à caixa?
10 casos: 4 avisam quando acontece algo e 6 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
A obra
Quem está a olhar quando a carga passa por cima de alguém?
11 casos: 9 avisam quando acontece algo e 2 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
O vídeo conta o que aconteceu.Um aviso chega enquanto está a acontecer.
Ver a gravação serve para explicar. Saber no momento serve para chegar a tempo. São duas coisas diferentes, e até agora só tinha a primeira.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.