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CAM-214

A porta do frio está aberta há demasiado tempo

Meio da tarde no cais interior, à frente da câmara frigorífica. A porta está escancarada e o nevoeiro frio sai para o corredor. Um operador puxa com o porta-paletes uma palete de garrafões de leite com tampa azul que já está fora do frio. À esquerda, outro operador espera junto à parede. À direita entra um empilhador com outra palete carregada, e ao fundo vê-se a sala de embalagem atrás do vidro.

Meio da tarde no cais interior, à frente da câmara frigorífica. A porta está escancarada e o nevoeiro frio sai para o corredor. Um operador puxa com o porta-paletes uma palete de garrafões de leite com tampa azul que já está fora do frio. À esquerda, outro operador espera junto à parede. À direita entra um empilhador com outra palete carregada, e ao fundo vê-se a sala de embalagem atrás do vidro.
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Imagem gerada com IA

CAM-214 · COLD STORE DOOR · DOOR OPEN

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • porta da câmara aberta
  • palete fora do frio
  • operador com o porta-paletes
  • palete no empilhador
  • empilhador

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 6 min 20 sTempo com a porta aberta
  • 2Paletes fora do frio
  • 11 minO que está fora há mais tempo
  • 14Aberturas na última hora
  • 4Pessoas na zona
  • 13:05Hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a porta da câmara frigorífica está aberta há mais tempo do que a fábrica define, ou uma palete está há demasiado tempo fora do frio

Então

  1. avisar quem está no cais e o chefe de turno, com a porta e o tempo que está aberta
  2. guardar a imagem da porta e das paletes que estão fora
  3. anotar a abertura no registo do dia, com a duração e a hora
A instrução que o configurou«Avisa-me quando a porta do frio estiver aberta há mais de três minutos, e avisa-me também se uma palete estiver há demasiado tempo fora.»

O que muda

O que muda para quem responde pela fábrica

A porta fica aberta porque há pressa, não porque alguém se esteja nas tintas. O problema é que ninguém leva a conta: abre-se, entram dois empilhadores, passam seis minutos e não fica registo. O IRIS cronometra cada abertura e cada palete que espera fora, e avisa quando se passa do tempo que a fábrica fixou. Isso poupa frio, evita o gelo no evaporador e, sobretudo, deixa um registo do que aconteceu e quando. A temperatura do produto continua a ser dada pela sonda: o IRIS põe o relógio e a imagem.

O que costumam perguntar

O IRIS mede a temperatura do produto?

Não. O IRIS mede tempo: há quanto tempo a porta está aberta e há quanto tempo uma palete está fora do frio. A temperatura do produto é dada pelas sondas e pelos registadores, e aí o IRIS não se mete. O que traz é o dado que falta às sondas: o que estava a acontecer naquele minuto e porque subiu. Com uma câmara termográfica lê-se o calor visível pelo exterior de um equipamento, mas isso é outra instalação e outra conversa.

Quanto tempo é demasiado?

Decide a fábrica, não o IRIS. O limite escreve-se na regra: três minutos, cinco, os que o procedimento definir para cada câmara e cada produto. Também se decide em que faixas horárias se aplica, porque uma descarga programada não é o mesmo que uma porta aberta a meio da tarde. O IRIS não põe o critério: cumpre-o, cronometra-o e deixa-o anotado.

Serve também para ver quantas vezes se abre por dia?

Sim. Cada abertura fica contada com a sua hora e a sua duração, e isso pode ver-se por turno, por dia ou por época. É uma medida repetível: conta-se o que se vê, sempre igual. Com isso descobre-se se o problema é uma porta que fica aberta ou um fluxo de trabalho que obriga a abri-la vinte vezes por hora, que são dois problemas diferentes e resolvem-se de maneira diferente.

Um caso diferente em cada volta

Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.

Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. As câmaras, sobre o mapa
  2. Desenha-se uma zona
  3. Sai o que passou
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E o melhor

À oitava hora de turnoninguém olha como olhava na primeira. E isso não é um defeito.

É ser pessoa. A câmara não tem oitava hora: às quatro da manhã compreende o mesmo que compreendia ao meio-dia, e avisa da mesma maneira quem está de serviço.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.