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CAM-257

Está alguém de pé em cima da prensa

Primeira hora na oficina de prensas. Um homem subiu para cima do corpo da prensa, a mais de dois metros e meio do chão, e estica os braços para a viga da ponte rolante. Não usa capacete nem arnês, e não há linha de vida onde se prender. Em baixo, um colega de capacete e colete olha para ele a partir do carro de ferramentas. A guarda amarela da base continua fechada. O IRIS vê uma pessoa onde não devia haver nenhuma.

Primeira hora na oficina de prensas. Um homem subiu para cima do corpo da prensa, a mais de dois metros e meio do chão, e estica os braços para a viga da ponte rolante. Não usa capacete nem arnês, e não há linha de vida onde se prender. Em baixo, um colega de capacete e colete olha para ele a partir do carro de ferramentas. A guarda amarela da base continua fechada. O IRIS vê uma pessoa onde não devia haver nenhuma.
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Imagem gerada com IA

CAM-257 · PRESS SHOP · WORK AT HEIGHT

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa em cima da prensa sem arnês
  • prensa do posto
  • viga da ponte rolante
  • guarda da base da prensa
  • colega a olhar de baixo
  • carro de ferramentas

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 2,6 mAltura acima do chão
  • 1 min 40 sTempo lá em cima
  • 4Pessoas com capacete no enquadramento
  • 5Pessoas no enquadramento
  • 06:55Hora da subida

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

aparece uma pessoa acima do nível do chão em cima de uma máquina

Então

  1. avisa o responsável de segurança com a câmara e a hora
  2. guarda o vídeo desde que a pessoa começa a subir
  3. regista a máquina e cronometra o tempo que passa lá em cima
A instrução que o configurou«Avisa-me se alguém subir para cima de uma máquina ou trabalhar em altura sem arnês.»

O que muda

O que muda para quem responde pela fábrica

Ninguém sobe para uma prensa por gosto: sobe porque a plataforma demora e a peça está lá em cima. O problema é que esse hábito não deixa rasto até ao dia em que alguém cai. Com a câmara, o responsável de segurança vê o hábito antes do acidente: quantas vezes acontece, em que máquina e a que hora do turno. Isso corrige-se com uma plataforma e uma conversa, não com um relatório.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quem subiu para a prensa?

Não, e não vai saber. O IRIS não reconhece caras nem as compara com nenhuma lista: vê que há uma pessoa em cima de uma máquina, a que altura e desde quando. Quem é diz-lo a ordem de trabalho ou o encarregado, com o vídeo à frente. A câmara deteta situações, não pessoas.

Também deteta a falta de capacete, colete ou arnês?

Sim, quando o EPI se vê na imagem. Capacete, colete refletor, arnês e óculos distinguem-se bem a partir de uma câmara bem colocada. As luvas e o calçado dependem do enquadramento e da distância: a vinte metros não se veem. Por isso a regra escreve-se para a câmara que existe, não para a que se gostaria de ter.

E se aquela subida estiver autorizada?

Então não é um aviso, e a regra prevê-o. A fábrica define onde e quando se pode subir, com que meio e com que proteção. O IRIS não decide o que é seguro: aplica o que a fábrica escreveu. Se o trabalho em altura está previsto e há arnês e linha de vida, não salta nada.

A interface real, passo a passo

Uma câmara olha. O IRIS percebe o que está a ver.

Um extrato do ecrã real, sem locução e sem mãos. Cada volta apresenta outra situação. O que está por trás é bastante maior do que o que se vê.

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E o melhor

«A carrinha branca de terça à tarde.»Isso chega para a encontrar.

Escreve-se como se contaria a alguém e saem os minutos que encaixam, com câmara e hora. Não é preciso lembrar-se do momento exato: é para isso que serve a pergunta.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.