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CAM-253

Alguém entra na célula com o robô ainda em funcionamento

Uma pessoa abre a porta da vedação amarela e entra na célula. Lá dentro, o braço laranja continua a trabalhar sobre os dispositivos com as peças de alumínio. A baliza âmbar do poste está acesa: a célula não parou. A folha da porta está aberta para fora e o operador ainda tem a mão nela. No corredor não há mais ninguém que o possa avisar.

Uma pessoa abre a porta da vedação amarela e entra na célula. Lá dentro, o braço laranja continua a trabalhar sobre os dispositivos com as peças de alumínio. A baliza âmbar do poste está acesa: a célula não parou. A folha da porta está aberta para fora e o operador ainda tem a mão nela. No corredor não há mais ninguém que o possa avisar.
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Imagem gerada com IA

CAM-253 · ROBOT CELL 3 · CELL ENTRY

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa a entrar na célula
  • porta da célula aberta
  • braço robotizado em funcionamento
  • baliza âmbar acesa
  • vedação da célula

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 9 stempo com a porta aberta
  • 15:07hora do acesso
  • 1pessoas dentro da célula
  • 12aberturas desta porta hoje
  • 6peças nos dispositivos da célula

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma pessoa atravessa a porta da célula e o robô continua em movimento

Então

  1. avisar de imediato o responsável da célula
  2. guardar o vídeo dos trinta segundos anteriores e da entrada
  3. deixar registada a hora da passagem e a câmara que a viu
A instrução que o configurou«Avisa-me assim que alguém atravessar a porta da célula do robô sem que a célula esteja parada.»

O que muda

O que muda para quem responde pela fábrica

Uma célula robotizada não perdoa um descuido. A sequência de paragem segura existe, mas alguém salta-a para entrar um segundo e recolocar uma peça. O IRIS vê a pessoa atravessar a porta com a célula ainda disponível e avisa enquanto está a acontecer. O responsável recebe a câmara, a hora e o vídeo. O que se faz depois, parar, evacuar ou abrir um registo, decide-o uma pessoa, não a câmara.

O que costumam perguntar

O IRIS distingue uma entrada autorizada de uma que não é?

Sim, se a fábrica lho disser. A regra pode exigir que a célula esteja parada, que haja uma intervenção aberta ou que seja uma faixa horária concreta. O IRIS deteta a situação; o que é aceitável decide-o a fábrica, não o sistema.

São precisas câmaras novas dentro da célula?

Nem sempre. Serve a câmara que já cobre o corredor e a porta, desde que se veja a passagem completa. O que importa é o enquadramento: que apanhe a porta e o interior da célula, não quantas câmaras há.

Substitui as barreiras e os encravamentos?

Não. As barreiras e os encravamentos são a proteção; o IRIS é a camada que vê o que acontece à volta e deixa registo. Se alguém entrar por um vão que a barreira não cobre, a câmara vê na mesma.

Veja com os seus olhos

Uma câmara olha. O IRIS percebe o que está a ver.

Um extrato do ecrã real, sem locução e sem mãos. Cada volta apresenta outra situação. O que está por trás é bastante maior do que o que se vê.

  1. Desenha a linha
  2. Conta-se sozinho
  3. Sai um número
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E o melhor

Atrás de uma câmara cabe uma pessoa.Atrás de quatro mil não cabe ninguém.

Pôr mais uma câmara custa pouco; pôr mais um par de olhos, não. Por isso as câmaras crescem e a atenção não. O IRIS vê as quatro mil ao mesmo tempo e avisa-o do que hoje importa.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.