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CAM-317

Entra na sala de doseamento sem o equipamento da área

Meio da tarde, à porta da sala de doseamento químico. Uma pessoa vestida de rua — t-shirt, calças de ganga, sem capacete, sem colete e sem óculos — atravessa a soleira para dentro. Um operário de capacete branco e colete refletor levanta a mão para a deter. Do outro lado da vedação estão o armário de inflamáveis, os bidões e as cubas; no chão, a faixa pintada que marca onde começa a zona. O IRIS vê que entrou alguém sem o equipamento da área, não vê quem é.

Meio da tarde, à porta da sala de doseamento químico. Uma pessoa vestida de rua — t-shirt, calças de ganga, sem capacete, sem colete e sem óculos — atravessa a soleira para dentro. Um operário de capacete branco e colete refletor levanta a mão para a deter. Do outro lado da vedação estão o armário de inflamáveis, os bidões e as cubas; no chão, a faixa pintada que marca onde começa a zona. O IRIS vê que entrou alguém sem o equipamento da área, não vê quem é.
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Imagem gerada com IA

CAM-317 · DOSING ROOM · NO AREA PPE

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa sem o equipamento da área
  • operário que levanta a mão
  • porta da sala aberta
  • placa de acesso restrito
  • armário de inflamáveis
  • faixa pintada da zona

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 1Pessoas dentro da zona
  • 3Peças em falta
  • 12 sTempo desde que atravessou
  • 18Entradas contadas hoje naquela porta
  • 16:07Hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

alguém atravessa a porta da sala de doseamento sem o equipamento obrigatório da área

Então

  1. avisa o responsável da área com a câmara, a hora e as peças em falta
  2. guarda o vídeo desde que a pessoa se aproximou da porta
  3. soma a entrada sem equipamento à contagem daquela porta
A instrução que o configurou«Avisa-me se entrar alguém na sala de doseamento sem capacete, sem colete e sem óculos.»

O que muda

O que muda para quem responde pela fábrica

Numa sala de doseamento não é preciso tocar em nada para acabar mal: basta estar lá dentro quando se abre uma válvula. O normal é que ninguém saiba até alguém contar. Com a câmara, o aviso chega enquanto a pessoa ainda atravessa a porta, com a imagem e a hora, e o responsável decide o que fazer. Depois fica a contagem: quantas entradas houve naquela porta e quantas sem o equipamento da área.

O que costumam perguntar

O IRIS sabe quem é a pessoa que entra?

Não. O IRIS não reconhece caras nem compara ninguém com uma lista de pessoal. Vê uma situação: alguém atravessou a porta sem capacete, sem colete e sem óculos, e é isso que comunica, com a câmara e a hora. Quem era di-lo o controlo de acessos da fábrica ou quem revê o vídeo. A câmara traz o momento exato, não uma identidade.

É possível ligar o aviso ao controlo de acessos?

Sim, e é o habitual. O controlo de acessos sabe que cartões passaram; a câmara sabe o que se vê à porta. Cruzados, distingue-se uma entrada normal de uma entrada que ninguém registou. O IRIS traz a parte visual — o que trazia vestido, a que horas, em que porta — e o sistema de acessos traz a sua. O IRIS trabalha ao lado desses sistemas, não no lugar deles.

A mesma câmara serve para contar as entradas?

Sim, mas não com a mesma regra. Avisar e contar não se configuram da mesma maneira: o aviso pede-se com uma frase, e a contagem traça-se desenhando uma linha ou uma zona sobre a imagem. Uma risca não se descreve com palavras, tem de se desenhar. Por isso o número de entradas naquela porta é repetível e pode ser auditado, enquanto o aviso responde a uma condição.

Um caso diferente em cada volta

Veja o que acontece. E veja o que o IRIS faz com isso.

Não é um vídeo gravado nem um desenho: é um resumo da ferramenta real, com um caso diferente em cada volta. A ferramenta inteira não cabe num quadrado.

  1. O aviso dispara
  2. Abre o aviso
  3. Confirma ou descarta
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.

Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas épocas. Como se mede igual todos os dias, a comparação sustenta-se sozinha e não há nada a discutir.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.