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CAM-311

Faíscas a um passo dos bidões inflamáveis e ninguém a vigiar

Fim da tarde na zona de carga. Um operário com máscara de soldadura corta um perfil metálico sobre um cavalete e as faíscas saltam longe pelo chão. A um par de metros há uma palete com quatro bidões vermelhos de inflamáveis, um contentor branco com o losango da chama e dois bidões azuis. Atrás, um depósito de processo com a sua tubagem. Em todo o enquadramento não há mais ninguém: a pessoa que devia vigiar o trabalho não está lá.

Fim da tarde na zona de carga. Um operário com máscara de soldadura corta um perfil metálico sobre um cavalete e as faíscas saltam longe pelo chão. A um par de metros há uma palete com quatro bidões vermelhos de inflamáveis, um contentor branco com o losango da chama e dois bidões azuis. Atrás, um depósito de processo com a sua tubagem. Em todo o enquadramento não há mais ninguém: a pessoa que devia vigiar o trabalho não está lá.
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Imagem gerada com IA

CAM-311 · HOT WORK AREA · NO FIRE WATCH

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • faíscas do corte
  • operário a cortar
  • bidões de inflamáveis
  • contentor com losango de chama
  • equipamento de corte e garrafa
  • depósito de processo

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 9 mintempo com faíscas
  • 1pessoas na zona
  • 7bidões e contentores por perto
  • 18:31hora a que saiu a segunda pessoa
  • 18:40hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

há faíscas junto a recipientes de inflamáveis e só se vê uma pessoa na zona

Então

  1. avisa o responsável de segurança e o chefe de turno
  2. guarda o vídeo desde a primeira faísca
  3. regista a hora e há quanto tempo a zona tem uma só pessoa
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver faíscas perto dos bidões e só estiver uma pessoa na zona.»

O que muda

O que muda para quem responde pela fábrica

O trabalho a quente é uma das poucas permissões que trazem uma pessoa dedicada a olhar. Quando o vigia se afasta cinco minutos para ir buscar uma ferramenta, ninguém dá por isso e a permissão deixa de valer. A IRIS não julga a permissão: vê que há faíscas, vê que há bidões ao lado e vê há quanto tempo está uma só pessoa na zona. Com isso, o responsável decide se desce. E fica registado a que horas ficou sozinho.

O que costumam perguntar

A IRIS pode saber se existe uma permissão de trabalho a quente?

Não. Uma câmara não lê uma permissão nem sabe o que se assinou no escritório. O que vê é a cena: faíscas, recipientes de inflamáveis ao lado e quantas pessoas estão presentes. Se a fábrica exige duas pessoas nesses trabalhos, a IRIS avisa quando só vê uma. A validade da permissão decide-a quem a assina.

Distingue as faíscas de um reflexo ou de uma luz?

Sim, no que aqui interessa: a regra não dispara com um brilho solto, mas com um jato de faíscas que dura e que acontece no sítio onde alguém está a trabalhar. Ainda assim, quem afina o que conta como aviso naquela zona é a fábrica. E cada aviso chega com o vídeo, para se confirmar em dois segundos.

A IRIS reconhece quem é o vigia?

Não. A IRIS não identifica ninguém nem compara caras com nenhuma lista. Conta quantas pessoas estão na zona vigiada e avisa se o número não cumpre o que a fábrica pediu. Quem é cada uma sabe-o a permissão e sabe-o a chefia; a câmara só traz quantas há e desde que hora.

Demonstração · IRIS em funcionamento

Não o contamos. Mostramo-lo.

É um resumo do ecrã real: avança sozinho, passo a passo, e mostra apenas o percurso de um caso. A ferramenta a sério tem muitas mais funções do que cabem aqui.

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E o melhor

Comprou um armazém de imagens.O que era preciso era alguém que as visse.

Essas mesmas câmaras que hoje só enchem discos podem avisar do que importa enquanto está a acontecer. O armazém fica; deixa é de ser tudo o que tem.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.