CAM-21
Rixa na via pública
Quatro pessoas estão a lutar no meio da faixa de rodagem e uma delas caiu ao chão. O trânsito parou e formou-se uma roda de curiosos nos dois passeios.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- pessoa em rixa
- pessoa no chão
- curiosos
- veículo
A regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
são detetados movimentos de agressão entre duas ou mais pessoas
Durantemais de 10 segundos
E além dissose forma uma roda de gente à volta
Então
- avisar a polícia municipal
- abrir a câmara em direto para o operador
- conservar o vídeo desde um minuto antes
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver uma rixa na rua e diz-me quanta gente se está a juntar à volta.»
O que muda
O que muda para quem gere a cidade
Uma rixa resolve-se em minutos. À uma da manhã o operador da sala tem quarenta câmaras à frente e está a olhar para outra. O aviso chega quando alguém telefona e, a essa altura, já se fechou a roda de curiosos, o trânsito está parado e a patrulha entra às cegas numa rua com trinta pessoas. Com o IRIS abre-se-lhe a câmara em direto assim que aparece o padrão, e em segundos confirma o que está a ver e o que envia. O vídeo fica guardado desde antes do primeiro murro: é isso que depois sustenta o auto.
O que costumam perguntar
O IRIS distingue uma rixa de um grupo de pessoas a falar alto?
Sim, na maioria dos casos o IRIS distingue uma rixa de um grupo a falar alto, porque não se guia pelo ruído mas pelo movimento: braços rápidos, corpos que embatem, pessoas que recuam e uma roda que se fecha à volta. Ainda assim, a decisão final é de uma pessoa: o IRIS abre a câmara e o operador confirma em segundos. É a diferença entre rever mil cenas e rever uma.
Quem recebe o aviso do IRIS às três da madrugada?
O aviso é recebido por quem o município tiver definido para aquela câmara e aquela faixa horária: o centro de controlo se estiver guarnecido e, se não, o telemóvel de piquete ou a sala que corresponder. O que chega não é um alarme seco: é a câmara aberta no momento do facto, para quem o recebe confirmar e decidir.
O IRIS guarda o vídeo da rixa como prova?
O IRIS guarda o excerto da ocorrência, com a câmara e a hora, e pode exportar-se. Quanto tempo se conserva e quem pode aceder é a sua organização que o define na configuração. Se esse vídeo vale como prova num processo não somos nós que o decidimos: decide quem instrui o caso. Por isso importa que cada acesso ao vídeo fique registado.
Um caso diferente em cada volta
Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.
Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.
- Desenha a linha
- Conta-se sozinho
- Sai um número
Passo seguinte
A escola
Quem vê a criança que caiu na outra ponta do recreio?
13 casos: 12 avisam quando acontece algo e 1 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
As infraestruturas
Quem está a olhar para uma instalação onde quase nunca está ninguém?
44 casos, e em todos o IRIS avisa quando acontece algo. Vê cada imagem tal como é e depois com o que compreende por cima.
E o melhor
Ninguém foi contratado para olhar para um ecrã.Foi contratado para saber o que fazer.
Olhar é o que uma máquina faz melhor; decidir é o que só uma pessoa faz. O IRIS olha para as quatro mil ao mesmo tempo e só passa a alguém o que pede uma decisão.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.