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CAM-556

Entra material pelo cais e a passagem está aberta há seis minutos

Meio da manhã no cais. Uma carrinha com as portas traseiras abertas, já vazia. À frente, uma palete retratilizada sobre um porta-paletes que um operário empurra para dentro. Uma pessoa da receção confere os volumes e uma terceira vai-os apontando. A passagem para o interior está aberta desde que começou a descarga, e do outro lado já há um carro com material à espera. O IRIS conta os volumes que atravessam, mede há quanto tempo a passagem está aberta e vê quantas pessoas estão no cais.

Meio da manhã no cais. Uma carrinha com as portas traseiras abertas, já vazia. À frente, uma palete retratilizada sobre um porta-paletes que um operário empurra para dentro. Uma pessoa da receção confere os volumes e uma terceira vai-os apontando. A passagem para o interior está aberta desde que começou a descarga, e do outro lado já há um carro com material à espera. O IRIS conta os volumes que atravessam, mede há quanto tempo a passagem está aberta e vê quantas pessoas estão no cais.
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Imagem gerada com IA

CAM-556 · GOODS DOCK · DOOR HELD OPEN

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • passagem aberta para o interior
  • carrinha com as portas abertas
  • palete com volumes
  • porta-paletes
  • operário a empurrar a carga
  • pessoa da receção de material
  • terceira pessoa a registar a entrada
  • carro que já entrou

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 1Veículos no cais
  • 3Pessoas no cais
  • 1Paletes que atravessaram
  • 6 min+4 minPassagem aberta há
  • 09:12Hora

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

a passagem do cais para o interior está aberta há mais de cinco minutos

Então

  1. avisa o posto de controlo com a câmara e a hora
  2. regista quantos volumes atravessaram até esse momento
  3. guarda o vídeo desde que a passagem se abriu
A instrução que o configurou«Avisa-me se a passagem do cais estiver aberta há mais de cinco minutos durante uma descarga, e diz-me quantos volumes entraram.»

O que muda

O que muda para quem responde pela segurança física do centro

O cais é a porta grande. Tudo o que está dentro do edifício entrou um dia por aqui, e enquanto se descarrega, a passagem para o interior está aberta. Ninguém quer parar a descarga: o que o responsável de segurança quer é saber quanto tempo aquela passagem esteve aberta, quantos volumes atravessaram e quem estava à frente, e ter o vídeo desses seis minutos sem o procurar. Isso transforma uma entrega num registo com imagem, e uma discussão da semana seguinte num minuto de vídeo. O limite é claro: se aquela entrega estava prevista di-lo a guia, não a câmara. Quando os dois dados se juntam, os volumes que entraram e os que se esperavam comparam-se sozinhos.

O que costumam perguntar

Não vai saltar um aviso em cada descarga?

Nem tudo o que é importante é um alarme. Às vezes o importante é um número. Aqui o normal é que isto não interrompa ninguém: ao fim do dia fica uma lista de quantas descargas houve, quanto tempo a passagem esteve aberta em cada uma e quantos volumes entraram. O aviso em direto reserva-se para o que sai do normal: uma passagem aberta muito mais do que devia ou material a entrar quando não há receção prevista. O limiar põe-no o cliente, não nós.

O IRIS lê o que está escrito nas caixas?

Aqui não. Esta câmara conta volumes e vê o movimento: quantos atravessam, em que sentido e a que horas. O que há dentro de cada caixa di-lo a guia, e esse dado vem do sistema de receção. Quando os dois se cruzam, a diferença entre o que se esperava e o que entrou aparece sozinha, sem ninguém ter de recontar nada à mão.

Identifica os transportadores que chegam?

Não. O IRIS não reconhece caras nem as compara com nada, e aqui não precisa: o que vigia é uma porta e uns volumes. Quem entra e com que autorização di-lo o sistema de acessos, que é outro e vai à parte. O que a câmara traz é a hora, a imagem e o número, que é precisamente o que falta quando alguém pergunta o que aconteceu no cais na terça-feira.

Veja com os seus olhos

Uma câmara olha. O IRIS percebe o que está a ver.

Um extrato do ecrã real, sem locução e sem mãos. Cada volta apresenta outra situação. O que está por trás é bastante maior do que o que se vê.

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IRIS · Infinity Neural

E o melhor

Sem obras, sem valas, sem cabos novos:as câmaras já lá estão e já estão a ver.

O que muda é o que se faz com aquela imagem. Antes era guardada e ninguém a via; agora é compreendida enquanto acontece, com os mesmos equipamentos que comprou há anos.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.