Saltar para o conteúdo
IRIS NEURALContacte
Voltar ao centro de dados

CAM-554

Sai um equipamento do bastidor e não há nenhuma ordem de trabalho aberta

Corredor de bastidores, quase meia-noite. Uma pessoa abriu a porta de um bastidor, tirou um equipamento das calhas e segura-o com as duas mãos. A dois passos está um carro parado com a bandeja vazia, e ao fundo do corredor está a saída. O IRIS não diz quem é essa pessoa nem porque está ali. Diz outra coisa: que um equipamento saiu do seu lugar, que está a mover-se pelo corredor e que a esta hora não há nenhuma ordem de trabalho aberta para aquele bastidor.

Corredor de bastidores, quase meia-noite. Uma pessoa abriu a porta de um bastidor, tirou um equipamento das calhas e segura-o com as duas mãos. A dois passos está um carro parado com a bandeja vazia, e ao fundo do corredor está a saída. O IRIS não diz quem é essa pessoa nem porque está ali. Diz outra coisa: que um equipamento saiu do seu lugar, que está a mover-se pelo corredor e que a esta hora não há nenhuma ordem de trabalho aberta para aquele bastidor.
CAM-554IRIS VisionLive

Ative o IRIS Vision

Imagem gerada com IA

CAM-554 · RACK AISLE · EQUIPMENT LEAVING RACK

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • equipamento fora do bastidor
  • pessoa a trabalhar no bastidor
  • carro de transporte parado
  • vão que ficou no bastidor
  • porta do bastidor aberta
  • saída com torniquete ao fundo
  • leitor junto à saída
  • fila de bastidores

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 1Equipamentos fora do bastidor
  • 2 min 10 sFora do bastidor há
  • 0Ordens de trabalho abertas
  • 11 mDistância até à saída
  • 23:41:06O vídeo começa às

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

um equipamento sai de um bastidor e se desloca pelo corredor

E além dissoNão há nenhuma ordem de trabalho aberta para esse bastidor

Então

  1. avisa o responsável de sala com a câmara, o corredor e a hora
  2. segue o equipamento pelas câmaras do percurso até à saída
  3. guarda o vídeo desde um minuto antes de o bastidor se abrir
A instrução que o configurou«Avisa-me se sair um equipamento de um bastidor e se mover pelo corredor quando não há nenhuma ordem de trabalho aberta para esse bastidor.»

O que muda

O que muda para quem responde pela segurança física do centro

Um centro de dados sabe muito bem o que entra pelo cais e bastante pior o que sai do edifício. No dia em que falta um equipamento, a pergunta é sempre a mesma: quando saiu do bastidor, por onde e com quem. Hoje isso são horas de vídeo e uma lista de acessos. Quase sempre a explicação acaba por ser a mais aborrecida: uma retirada planeada que ninguém chegou a registar. Com esta câmara, essa explicação chega num minuto e não numa semana, com a hora exata e o vídeo começado antes de a porta do bastidor se abrir. E quando a explicação não aparece, o aviso já foi dado enquanto o equipamento ainda está dentro do edifício.

O que costumam perguntar

Isto é acusar alguém de levar alguma coisa?

Não, e convém dizê-lo com clareza. O aviso é sobre o equipamento, não sobre a pessoa: o que o IRIS vê é que uma peça saiu do seu lugar e está a mover-se. Não sabe quem a leva, não reconhece caras e não julga intenções. Quase sempre a explicação é a mais simples: um trabalho previsto que alguém não chegou a registar. Quem decide se isso está bem ou mal é uma pessoa, a ver o vídeo, com a folha de trabalho à frente.

Como sabe o IRIS que não havia uma ordem de trabalho?

Por si só não sabe, e este é o limite desta câmara. O IRIS vê o facto: o equipamento saiu e move-se. Se estava previsto ou não di-lo outro sistema, o das ordens de trabalho, e é preciso ligá-lo. Quando os dois dados se cruzam, o aviso só toca quando de facto significa alguma coisa. Se não estiver ligado, o IRIS avisa na mesma e a verificação fá-la uma pessoa em dez segundos, o que continua a ser muito melhor do que dar por isso no inventário do trimestre.

E se o equipamento for trocado por outro igual?

O IRIS vê o movimento e vê o vão: sabe que algo saiu, quando e de que bastidor, e que depois algo entrou. O que não faz é ler o número de série nem manter o inventário: isso é de outro sistema. A câmara dá a hora e a imagem; o inventário dá o nome da peça. Juntos, uma troca de equipamento deixa de ser uma linha numa folha e passa a ser uma linha com vídeo.

Veja com os seus olhos

Define a regra uma vez. O IRIS aplica-a sempre.

Verá um resumo da interface, reproduzido passo a passo e sem mãos. Cada volta começa com outro caso. A ferramenta completa não cabe numa demonstração.

  1. Quatro câmaras ao mesmo tempo
  2. Cada uma percebe a cena
  3. Os números sobem sozinhos
IRIS NEURAL
30ES
IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
Pergunte ou peça alguma coisa…Enviar
IRIS · Infinity Neural

E o melhor

A regra decide-se uma veze aplica-se sempre da mesma maneira.

Às três da manhã vale o mesmo que ao meio-dia, na câmara um e na câmara quatro mil. Não depende de quem está de turno nem de quão cansado está.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.