CAM-542
Quase cinco mil pessoas dentro, e é preciso saber em que piso
Tarde de evento no átrio. Em baixo, uma massa compacta à frente do palco; em cima, as duas varandas ocupadas de ponta a ponta e a gente debruçada no corrimão. As escadas rolantes continuam a subir e a descer público. Aqui o IRIS não pergunta nada: há uma linha traçada sobre as escadas e uma zona por piso. Conta quantas pessoas estão dentro, como se repartem entre o átrio e as duas varandas e como muda essa repartição minuto a minuto.

Ative o IRIS Vision
Imagem gerada com IA
O que o IRIS compreende
O que reconhece nesta cena
- público no átrio
- o palco
- primeiro piso, ocupado de ponta a ponta
- segundo piso, ocupado de ponta a ponta
- as escadas rolantes entre pisos
- o cartaz suspenso sobre o átrio
- a cafetaria da esquina
- o espelho de água
O que esta câmara devolve
Aqui ninguém recebe um aviso. Aqui saem números.
- 4 820+1 260Pessoas dentro
- 2 140No átrio
- 1 350No primeiro piso
- 1 330No segundo piso
- 5 600Capacidade segura
- 18:40Atualizado
Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.
O IRIS incorpora o NeuralPax, uma licença independente homologada pelo Centro Español de Metrología para a contagem de pessoas, a lotação e o controlo de afluências. Que o número esteja certo é garantido por um terceiro, não por nós, e é por isso que serve para cumprir a legislação em vigor. A homologação cobre essa medida — contar pessoas —, não o produto inteiro.
Como se conta
Contar não se pede a falar. Desenha-se uma linha.
Perguntar serve para procurar. Contar serve para medir. E não se fazem da mesma maneira. Aqui há uma linha sobre as escadas rolantes — quem sobe soma-se em cima e subtrai-se em baixo — e três zonas traçadas no chão, uma por piso. Uma linha não se descreve com uma frase: tem de se traçar, e é por isso que o número é repetível e auditável. E aqui isso pesa mais do que em qualquer lado: é a contagem de pessoas homologada pelo Centro Espanhol de Metrologia, com a licença NeuralPax. O que está homologado é a medida, não o produto inteiro.
- linha sobre as escadas rolantes · Linha de contagem
- o chão do átrio · Zona de permanência
- a varanda do primeiro piso · Zona de permanência
- a varanda do segundo piso · Zona de permanência
E além disso, uma regra
Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.
Se
Quando o total se aproximar da capacidade segura
Então
- avisa o diretor de segurança com a repartição por pisos
- deixa a contagem da faixa registada, com a sua hora
- guarda a curva do evento para o relatório de lotação
A instrução que o configurou«Avisa-me se o átrio se aproximar da capacidade segura ou se uma varanda encher.»
O que muda
O que muda para operações, para gestão e para segurança
Num evento, a lotação é a conversa inteira: quanta gente cabe, quando se fecha um acesso e quando se volta a abrir. Hoje esse número defende-se a olho. Com uma contagem homologada, o diretor de segurança sustenta uma capacidade segura à frente de quem a tem de autorizar, e o de operações sabe que piso está a saturar enquanto está a acontecer, não no dia seguinte. A precisão não a dizemos. Certificamo-la.
O que costumam perguntar
O que está homologado exatamente, o IRIS ou a contagem?
A contagem. O que está homologado pelo Centro Espanhol de Metrologia é a medida — contar pessoas — e nada mais: não o produto inteiro, e convém dizê-lo assim. O IRIS incorpora-a com o NeuralPax, uma licença independente. Por isso o número serve para justificar uma lotação à frente de quem a tem de autorizar, que é precisamente o que faz falta no dia do evento.
Para que serve saber a repartição por pisos?
Para decidir antes. Um total não diz nada: cinco mil pessoas repartidas por três pisos é uma tarde normal, e as mesmas cinco mil apertadas no átrio é outra coisa. Com uma zona por piso vê-se qual está a encher e abre-se outro acesso, ou desvia-se a gente pelas outras escadas, enquanto está a acontecer.
O IRIS sabe quem está dentro?
Não, e não vai saber. O IRIS conta corpos que atravessam uma linha e corpos que estão dentro de uma zona. Não reconhece caras, não as compara com nada e não segue ninguém pelo centro. O número é um total, não uma lista de pessoas. É exatamente essa a diferença entre medir uma lotação e identificar alguém.
Outras câmaras
- CAM-535 · Quanta gente entra por cada porta, e a que horas
- CAM-536 · Um corredor vazio a vinte metros de uma ala cheia
- CAM-537 · Antes, durante e depois: o que a campanha trouxe mesmo
- CAM-538 · Mil e oitocentos passam à frente e duzentos param
- CAM-539 · O piso térreo cheio e a passadeira de cima deserta
- CAM-540 · Quantos saem do carro e por que porta acabam a entrar
Demonstração · IRIS em funcionamento
Tudo entra pela câmara. Só o importante chega aqui.
Aqui resume-se o que o IRIS faz com um aviso, desde que aparece até se fechar. No ecrã real há muito mais; isto é o fio principal.
- A hora, numa grelha
- Olhas onde está escuro
- Saltas para esse minuto
Passo seguinte
Os centros comerciais
O que vê um centro comercial além do número de visitas?
12 casos: 4 avisam quando acontece algo e 8 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
Os aeroportos
O que vê um aeroporto antes de a fila se formar?
14 casos: 7 avisam quando acontece algo e 7 apenas medem. Vê cada imagem tal como é e depois com o que o IRIS compreende por cima.
E o melhor
Atrás de uma câmara cabe uma pessoa.Atrás de quatro mil não cabe ninguém.
Pôr mais uma câmara custa pouco; pôr mais um par de olhos, não. Por isso as câmaras crescem e a atenção não. O IRIS vê as quatro mil ao mesmo tempo e avisa-o do que hoje importa.
Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.
Respondemos no mesmo dia útil.