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IRIS NEURALContacte

Os portosSegurança das pessoas

CAM-447

Um operador a pé entre a máquina e o camião

Meio da manhã no parque de contentores. Uma máquina de movimentação vermelha leva um contentor azul afastado do chão e gira para a fila. À frente, no mesmo corredor, um camião espera com a plataforma carregada. E pelo meio, a andar pela via pintada, vai um operador com capacete e colete. Da cabina, com o contentor à frente, essa pessoa não se vê. O IRIS vê as três coisas ao mesmo tempo e avisa enquanto o operador ainda está no corredor.

Meio da manhã no parque de contentores. Uma máquina de movimentação vermelha leva um contentor azul afastado do chão e gira para a fila. À frente, no mesmo corredor, um camião espera com a plataforma carregada. E pelo meio, a andar pela via pintada, vai um operador com capacete e colete. Da cabina, com o contentor à frente, essa pessoa não se vê. O IRIS vê as três coisas ao mesmo tempo e avisa enquanto o operador ainda está no corredor.
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Imagem gerada com IA

CAM-447 · MACHINE LANE · PERSON IN PATH

O que é o IRIS

O IRIS vigia o cais enquanto tu trabalhas.

O IRIS é uma inteligência artificial que vê as câmaras que já tens no porto e percebe o que acontece na vedação, no perímetro e na zona da água. Se alguém anda a rondar onde não deve, se aproxima do cais ou acontece algo que lhe pediste para vigiar, avisa-te; e o que se pode contar, como os acessos, conta-o em números. O dia todo, sem que ninguém tenha de olhar para o ecrã.

Tu dizes-lhe o que precisas de vigiar, e o IRIS fá-lo.

Aqui, por exemplo, o IRIS vê ao mesmo tempo a máquina, o camião e a pessoa que caminha entre os dois, exatamente onde o operador não a vê. Assim que entra na faixa, avisa de imediato com a câmara e a hora. Com esse aviso decide se pára a manobra ou muda o percurso de quem atravessa o pátio.

Funciona com as câmaras que já tens. Não é preciso mudar nada.

Conta-nos o que te escapa →

Responde uma pessoa, não um formulário.

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • operador a pé no corredor
  • máquina de movimentação em manobra
  • contentor afastado do chão
  • camião à espera no mesmo corredor
  • comboio ferroviário ao fundo

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 1Pessoas a pé no corredor
  • 2Equipamentos pesados no enquadramento
  • 25 sTempo dentro do corredor
  • 2Pessoas no enquadramento
  • 10:24Hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

uma pessoa a pé entra no corredor de manobra com um equipamento pesado em movimento

Então

  1. avisa por rádio o coordenador do parque com a câmara e o ponto exato
  2. guarda o vídeo desde que a pessoa entrou no corredor
  3. soma a passagem ao registo de convivência entre pessoas e máquinas do turno
A instrução que o configurou«Avisa-me se uma pessoa a pé entrar no corredor das máquinas enquanto há um equipamento a trabalhar ou a mover-se.»

O que muda

O que muda para quem responde pelo terminal

Um atropelamento com um equipamento deste tamanho não deixa um ferido: deixa um morto e um processo. E acontece quase sempre da mesma forma: alguém atravessa por onde sempre se atravessou e o manobrador tem o ângulo morto precisamente ali. Com a câmara, quem coordena o parque recebe o aviso enquanto a pessoa ainda anda e pode chamar pelo rádio. Depois fica o vídeo, que serve sobretudo para mudar por onde se anda, não para procurar um culpado.

O que costumam perguntar

O IRIS pode parar a máquina?

Não. O IRIS não atua sobre nenhum equipamento: não trava uma máquina, não baixa uma cancela e não manda ninguém a lado nenhum. Avisa, com a câmara, a hora e o vídeo, quem o porto tiver decidido. Quem para a manobra é o manobrador ou o coordenador do parque. Essa decisão é de uma pessoa e assim tem de continuar: o que a câmara faz é encurtar o tempo até essa pessoa saber.

Como sabe o IRIS onde está o corredor das máquinas?

Porque se desenha sobre a imagem. Alguém do porto traça o corredor na câmara e diz o que pode estar lá dentro: equipamentos sim, pessoas a pé não. Não é preciso nenhum sensor no chão nem nenhum aparelho na máquina. E se o parque mudar de organização, redesenha-se a zona e a regra volta a valer de imediato, sem obra e sem cablagem.

O IRIS identifica a máquina ou quem a conduz?

Não. O IRIS não lê as matrículas da maquinaria nem reconhece quem vai na cabina. Vê um equipamento pesado e uma pessoa a pé a partilhar uma zona no mesmo instante, e isso basta para avisar. Saber que máquina era e quem a conduzia sai do registo de trabalho do porto, não da câmara. Assim o aviso serve para evitar o embate e não para abrir um processo a ninguém.

A interface real, passo a passo

Aqui não há alarmes a mais. Há o que é preciso ver.

Não é um vídeo gravado nem um desenho explicativo: é um resumo do ecrã real, com um caso diferente sempre que arranca. Por trás há muito mais.

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E o melhor

Se tem uma câmara,já tem um vigilante. Se tem quatro mil, tem quatro mil vigilantes.

Nenhum se cansa, nenhum olha para o lado e nenhum faz turnos. E não é preciso instalar nada: as câmaras que já tem podem começar a compreender o que veem.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.