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As infraestruturasDeteção de intrusões

CAM-187

Alguém dentro da vedação

O interior de uma subestação urbana, com a vedação inteira e o portão fechado. Há uma pessoa a caminhar pela gravilha, entre o transformador e a casa de controlo. Nesta imagem não saltou nada: já está lá dentro. E é este o caso todo. Aqui nunca deveria estar ninguém, por isso para saber que algo está mal basta contar até um.

O interior de uma subestação urbana, com a vedação inteira e o portão fechado. Há uma pessoa a caminhar pela gravilha, entre o transformador e a casa de controlo. Nesta imagem não saltou nada: já está lá dentro. E é este o caso todo. Aqui nunca deveria estar ninguém, por isso para saber que algo está mal basta contar até um.
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Imagem gerada com IA

CAM-187 · SUBSTATION YARD · PERSON INSIDE

O que é o IRIS

O IRIS vela pelas infraestruturas críticas.

O IRIS observa as câmaras que já tens na barragem, na estação de água ou na de energia, e percebe o que vê: alguém a entrar onde não deve, um veículo estranho, um transbordo, o perímetro. Quando acontece algo assim, avisa na hora; e o que se pode contar, conta em números. O dia todo, sem que ninguém tenha de estar a olhar para o ecrã.

Tu dizes-lhe o que precisas de vigiar, e o IRIS fá-lo.

Aqui, por exemplo, o IRIS vê uma pessoa a andar pelo gravilha, dentro da subestação, com a vedação inteira e o portão fechado. Não é preciso que ninguém salte nada nem decidir quantas pessoas é demasiado: aqui nunca deveria estar ninguém, por isso contar até um já chega para avisar o vigilante, com a câmara e a hora. Decides se mandas alguém verificar, e vês depois o que encontrou.

Funciona com as câmaras que já tens. Não é preciso mudar nada.

Conta-nos o que te escapa →

Responde uma pessoa, não um formulário.

O que o IRIS compreende

O que reconhece nesta cena

  • pessoa dentro do recinto
  • transformador de potência
  • casa de controlo
  • vedação perimetral
  • aparelhagem do parque

O que esta câmara mede

Um aviso diz que se passa algo. A leitura diz quanto.

  • 3 minDentro do recinto há
  • 1Pessoas dentro do recinto
  • 0Pessoas autorizadas agora
  • 0Acessos abertos
  • 0Veículos dentro do recinto
  • 14:07Hora do aviso

Os números deste ecrã são um exemplo da ilustração, não a medição de nenhum cliente.

A regra

Decide uma vez. O IRIS aplica sempre.

Se

há uma pessoa dentro da vedação e não há janela de manutenção aberta

Então

  1. avisar o centro de controlo com a câmara, a hora e o vídeo do momento
  2. verificar na sala se havia trabalho previsto nesta instalação
  3. guardar a sequência desde que a pessoa entra no enquadramento
A instrução que o configurou«Avisa-me se houver alguém dentro da vedação, seja a que hora for. Não é precisa mais regra do que essa.»

O que muda

O que muda para quem responde pela instalação

Quatro e meia da tarde e há uma pessoa a caminhar pela gravilha, entre o transformador e a casa de comando. Não disparou nada: já está lá dentro, e à volta há tensão suficiente para a matar. Esta é a câmara que melhor explica o produto de todo o site, e é pelo que não tem. Numa plataforma é preciso decidir quantas pessoas são demasiadas, e isso leva semanas a afinar. Aqui não há nada a decidir: uma pessoa dentro da vedação já é a ocorrência. A regra escreve-se numa frase, o operador de serviço percebe-a à primeira e funciona no primeiro dia. Não por a câmara ver melhor: porque a pergunta é muito mais simples.

O que costumam perguntar

E se for um técnico que tem de estar ali?

O IRIS não sabe se aquela pessoa tem direito a estar ali, e não vai fingir que sabe. O que faz é avisar que está alguém lá dentro; quem sabe se havia trabalho previsto é a sala. Se a instalação define uma janela de manutenção, dentro dessa janela não se avisa. Fora dela avisa-se sempre, e quem recebe o aviso fecha-o em dois segundos a olhar para a imagem.

O IRIS reconhece a pessoa que está lá dentro?

Não. O IRIS não identifica ninguém: não reconhece rostos, não lê matrículas, não compara com nenhuma base de dados e não guarda quem é ninguém. Deteta uma situação — há uma pessoa num recinto que tem de estar vazio —, não uma pessoa.

É preciso desenhar zonas dentro do recinto?

Não é preciso. Noutras instalações recorta-se uma zona sensível dentro de um sítio com gente; aqui a zona é o recinto inteiro, porque o recinto inteiro está vazio. Desenha-se uma vez o interior da vedação e pronto: não há faixas horárias para afinar nem limiar de quantas pessoas são demasiadas, porque o limiar é um.

Todas as simulações

Algo se derramou

Avisa-me se houver líquido ou espuma fora do sítio e, dois minutos depois, ainda lá estiver.

  1. A frase
  2. Onde vale
  3. O que encontra
  4. A mesma regra
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IRISDirectoGrabacionesGISIncidencias3996SituaciónCasosLPRAutomatizacionesIRIS DATA
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E o melhor

Contar não é vigiar.É saber quantos passaram, e a que horas.

Serve para comparar: duas terças, duas portas, duas épocas. Como se mede igual todos os dias, a comparação sustenta-se sozinha e não há nada a discutir.

Explique-nos o seu problema e dizemos-lhe se o IRIS o compreende ou ainda não.

Respondemos no mesmo dia útil.